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Frase de Emerson Mollin

As pessoas vem, as pessoas vão. Já não sinto vontade de muita coisa, enquanto meus pensamentos vagam livremente pela minha cabeça. Deixo-os agir, como se conhecessem à mim mesmo. Hoje eu não quero perdoar, mas ser esquecido. A melancolia passou e eu quero respeitar o meu ser, meus erros, lembrar que estou vivo e jamais que sou as lembranças da tristeza de alguém. As pessoas já são tristes por elas mesmas, e eu não quero me afogar na paranoia da culpa. Estou drenando minhas emoções, sem lugar nenhum para depositar as mágoas. Há tanto tempo para viver e memória nenhuma para ser revivida, queimei todas, assim como as fotografias que você me deu. Pergunto-me, o quanto vale à pena se queimar por alguém enquanto ateamos chamas em nós mesmos? É uma dúvida invencível de querer se manter distante, mas tão perto de voltar, e muita coisa não volta. Espero que tenha mais sorte da próxima vez, procurando no oceano da vida que carrega imbecis para longe.

Emerson Mollin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Emerson Mollin

Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que…
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Tenho visto meu mundo mudar, enquanto me desapego das obsessões inúteis da vida. Digo com clareza que cansei de buscar por respostas, entendendo que as velhas perguntas já não servem mais. Não há nada para se arrepender, muito menos adorar. Aliás, arrependimento é uma palavra que os vivos conhecem? Pois sinceramente, falamos de possuir uma história, ser honestos e entender alguém, mas o que fazer com essa batalha interna que existe em nós? Só há um jeito, superar. Se as pessoas desejam partir, elas que escolham o sentido contrário, pois de tanto dar voltas, sempre acabam se encontrando diante do mesmo caminho. E olhar com desprezo não resolve, se odiar também não. Em vez disso, o chão torna-se o tão aguardado consolo, pronto para dizer o que os olhos insistem em negar: sua falta foi superada e as lacunas de solidão se fecharam. Agora seu amor não tem sentido algum, você foi uma covarde, a antítese de um amigo. E eu decidi partir antes que fosse tarde demais, sem cartas, nem lágrimas, tudo secou, e as poucas palavras aprisionadas revelam o sacrifício que eu faço: sobreviver.

A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável,
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A vida, como um acidente de carro ou uma metáfora inexplicável, perante a doença ou a cura. Os sentimentos, à mercê da perda ou da reconciliação, do horror de jamais rever alguém ou diante da felicidade de um abraço. A dúvida de existir, como um animal indefeso, à espreita de um felino, que voou tarde demais, e foi amordaçado. Por que você admira as penas, se nem mesmo tentou salvar o pobre pássaro?