Pular para o conteúdo

Frase de Katiana Santiago

Há caminhos que trilhamos e outros nos fazem trilhar, desgostos que recebemos e tantos ainda por aceitar. Alguns pegam atalhos tentando o caminho encurtar e perdem a liberdade de também poder voar. E se o ouro fosse de fato tesouro poderíamos carregar para qualquer lugar. Mas, nessa travessia só o eterno tem o poder de cativar e nos curar. Não há privilégio maior que a própria cruz carregar. E como dizia um certo pensador: “há pontes que somente nós podemos atravessar” Só se alcança porções de alegria depois de muito se lamentar. E as lágrimas de súplicas vão se tornando rios tão cheios que nos carregam ao rumo que devemos chegar. Saberá uma estrada de terra batida, com um solo ainda por semear. As facilidades não são pontes, são cadeias, e esses desvios atrofiam a capacidade de voar, enquanto humanos estamos prontos a suplantar! E é na angustia do caminho sem ouro e com espinhos que a felicidade vem nos encontrar, no descuido de nós mesmos e nos pequenos intervalos esse silêncio vem sentenciar: o viver para sentir, tamanha liberdade de voar, a infinitude como norte norteia o que trilhar, enquanto for ausente o caminho, há uma felicidade em procurar... Katiana Santiago

Katiana Santiago

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Katiana Santiago

A libido é uma espécie de ciframento que o organismo encontra na tentativa de realizar o irrealizável, o material inconsciente clama por um escape.
O que se procura? se na forma mais obtusa a busca já destinou seu fim... E se o navio atraca no mar e repousa para descansar, cessam as grandes navegações. Na procura a alma não deve ter “cura”, deve viver entre a bravura, a loucura e uma candura muito mais que pura.
Continuar lendo

O que se procura? se na forma mais obtusa a busca já destinou seu fim... E se o navio atraca no mar e repousa para descansar, cessam as grandes navegações. Na procura a alma não deve ter “cura”, deve viver entre a bravura, a loucura e uma candura muito mais que pura. O que move o navio são as ondas e o ventos, assim devem ser desbravados os pensamentos, de caminhos incertos alegria e solidão... O que se procura se ao achar perdeu-se o encanto e as curvas tão certas tornaram se em prantos de vazios inestimáveis em caixas tão grandes fechadas com a ilusão. O que se procura no contentamento contente se é tão inerente toda falta de um coração. A alma é um navio que não pode aportar, deve viajar por longos mares, inquietar, inquietar...