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Frase de Ademir Missias

⁠Ponto Precisamos de um ponto pra criar uma fantasia Uma folha de papel escrever uma poesia; Que ponto que ponto esse que me deixa intrigado, Um ponto em cima e outros dois pontos de cada lado. Ponto da felicidade E o ponto da maldade, Feliz quando marcou um encontro naquele ponto desejado, Angústia de quem foi àquele ponto marcado, E guando chegou lá nada havia encontrado. O ponto da alegria, De quem fez treze pontos na loteria, Olha só que ironia! Gastou o dinheiro com festa, na hora de receber era uma micharia. Ponto da satisfação e o O ponto da enganação, De esperar a picanha no ponto e comer carne sem osso, E era carne de pescoço. Bater ponto de manhã e no final do dia De pagar o aluguel E sobrar só uma ninharia. Quando vai bem à cirurgia! Melhores que 38 pontos de febre da Pandemia! Termino esse poema com os pontos da trindade reforçando a nossa fraternidade ! Saúde, Força e União, Graças ao Grande Arquiteto que é nosso guardião, Ilinminou a mente daqueles da medicina Estaremos todos curados Graças a chegada da vacina! Já não quero mais ponto, estou preferindo reticências... A todos muita Luz e sabedoria Fraterno Abraço Missias

Ademir Missias

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Pensador.com

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A poesia acalma, renova a alma, planta a semente
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A poesia acalma, renova a alma, planta a semente refresca a mente, Atrai a canção Alimenta o coração revigora o sabor e renova amor. Das manhãs de orvalho, na estrada longa, no atalho, nos dias de chuva em lua cheia... E nas tempestades...

Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá,
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Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá, Esta era de muita idade, Dela ficou saudade, acabou -se em uma tempestade, Deu lugar a um lindo e florido manacá Sentados naquela Bancada Em noites de lua cheia, ofuscada pela nuvem branda que a margeia Quase a gente não a via, Lá tinha muita magia Eu e minha amada, Para que falar de vida alheia.

⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante;
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⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante; desejos desse instante! Sonhar com natureza as estrelas e o mar; Álacre o clarão do luar! O sal deixar o mar, Buracos negros e as estrelas se dissiparem Da natureza o verde desarvorar, O fogo do corpo e do sol e apagarem. O mal desaparecer, Da prisão domiciliar sair O clarão da vida reaparecer, Deixe-me contemplar, Antes de me despedir, Quão lindo o verde de seu olhar.