Frase de Célio Montagna
É pela carência que mais se ama.
No pensador.ai desde
É pela carência que mais se ama.
No pensador.ai desde
A superficialidade do ser humano aflora-se durante as comemorações pagãs.
Qualquer tentativa de relação não passa de um grito de desespero do ego em busca de aceitação social.
Em última analise, um ser humano não foi feito para o convívio romântico com outro ser humano.
A conquista do direito de um é exatamente a perda da privacidade de outro.