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Frase de Francisco Ponciano

Escrevi nas paredes do antigo templo da ignorância palavras de sabedoria. No tempo em que os pergaminhos ensinavam os caminhos da liberdade e da fraternidade. Caminhei por estradas que mostravam vidas sem sentido. Encontrei no fim do arco-íris o pote, não de ouro, e nem de um duende escocês, mas de retalhos sagrados, das escrituras antigas... perdidas. Descobri que o amor é um sentimento perigoso, no entanto gostoso. Entendi que a vida nos mostra o quão prazeroso é viver, e o quão triste é viver sem perceber isso. Ensinei que tudo o que se esquece vale a pena ser lembrado. E que tudo o que se aprende as vezes deve ser esquecido. Sonhei que um dia eu fora rei. Falei para todos o quanto eu os admirava. Recitei poemas para a garota que eu gostava. Percebi que um quebra cabeça é montado para ser quebrado novamente. Compreendi a necessidade de ter alguém com quem conversar, e que ser sozinho é triste e nos faz chorar. Conheci uma senhora que vendia flores na esquina. Conheci um senhor que fazia palavras cruzadas. Conheci uma mulher que fazia pães doces maravilhosos. Conheci um homem que jogava tênis como ninguém. Conheci uma criança que fazia tudo o que eu faço e um pouco mais. Refleti sobre o planeta terra, enquanto estava em marte. Escrevi nesta carta o que senti na atmosfera. Vejo no sentimento a exatidão do momento. E na alma esperançosa o calor da vitória. No entanto ainda me pergunto por que não dizer. Dizer que sou poeta e só penso em você.

Francisco Ponciano

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Às margens do passado um suspiro Lembranças do tempo em que glorioso era chamar seu nome Vidas que se foram em vão Batalhas que cessaram sem vitória Razão sem existência comum Exigindo o fitar dos olhos justos, vidrados da compreensão.

Eu escrevo em um pedaço branco de papel: como eu gostaria de visitar o futuro, e assim, talvez eu pudesse reavaliar o presente. Mas como ainda não é possível, hoje eu sei
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Eu escrevo em um pedaço branco de papel: como eu gostaria de visitar o futuro, e assim, talvez eu pudesse reavaliar o presente. Mas como ainda não é possível, hoje eu sei que nem tudo o que passa é permanente, mas tenho o poder de escolher o que fica e o que vai, pois a sabedoria há de crescer e o que levamos da vida é aquilo que guardamos na memória. Sei que haverá momentos inesquecíveis, e momentos que desejarei esquecer, mas sempre serei grato por ter vivido todos eles. Porém o mais importante que aprendi da vida é que é necessário resistir para que possamos sorrir. E assim ,no futuro, viverei com tudo que aprendi no presente, como devo ser, no que devo crer, estar preparado para perder, mas ter sempre a esperança que irei vencer.

Nas singelas noites frias de Novembro, o desespero se alastra. E sua imagem em minha cabeça é a unica coisa que me mantem são. Deitado em minha cama escuto vozes que repetem o seu nome.
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Nas singelas noites frias de Novembro, o desespero se alastra. E sua imagem em minha cabeça é a unica coisa que me mantem são. Deitado em minha cama escuto vozes que repetem o seu nome. Estranho viver em dois mundos sem saber qual é o real... se algum é real.

O coração em combustão desprende faíscas Fagulhas da eterna saudade Centelhas de um amor inacabado
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O coração em combustão desprende faíscas Fagulhas da eterna saudade Centelhas de um amor inacabado Que pulsam na matéria um sentimento de alegria, de tristeza, de vivência. Dos sonhos fanáticos, exacerbados das noites frias. Uma sensação de desespero, implorando por obséquio... um fim.