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Frase de Carlos Humberto Pena

O Rio nasce na minha porta - preenchendo toda aorta - um rio de água negra e fervente que corre alheio corta ao meio e quebra a paz e jaz o silêncio enquanto segue selvagem o veio pulsante e febril transborda a margem a forte corrente transpassa a mata e mata de repente deságua em guerra em um mar calmo esse rio - lágrimas da alma - inundando cada palmo invadindo a terra a sala o peito, a mala me afogo dia a dia no rio de minh’alma

Carlos Humberto Pena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu creio na meiga canção que sopra da aurora E que ecoa na última lágrima de despedida Eu creio com a mesma fé das árvores Que se alimentam da solidão das horas