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Frase de EUGENIO SANTANA, FRC)

ARMADILHA DE VIVER UMA VIDA FÚTIL E VOLÁTIL – Para criar o novo e produzir ininterruptamente, o indivíduo desenvolve um verdadeiro culto à atividade produtiva. Os verbos conjugados agora são outros: trocar, consumir, descartar, livrar-se, substituir. Isso tudo mascarado pela idéia de “inovar”, “atualizar”. E como sair desta? Como não se deixar levar por esta onda toda? Como não cair na armadilha de viver uma vida fútil, volátil, líquida. Como escapar do consumismo, do isolamento e ao mesmo tempo ser eu mesmo e estar atualizado? A ordem é colocar o objeto, ou seja, o produto (computador, celular, carro, roupas), dentro da própria pessoa, ou seja, pôr o sujeito e o objeto em um único lugar. (EUGENIO SANTANA é escritor, jornalista, consultor e ensaísta. Autor de livros publicados. Ex-Superintendente de Imprensa no Rio de Janeiro)

EUGENIO SANTANA, FRC)

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Outras frases de EUGENIO SANTANA, FRC)

ÍNFIMO – Tão pequeno como gota de orvalho, como a imperceptível luz de vaga-lumes no jardim. Vago como o vento e sua asa que passa em sua casa e você não vê. Ínfimo. Como o canto do pássaro que você não escutou, como o beijo cálido do beija-flor na flor. Ínfimo. Como grão de arei…
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ÍNFIMO – Tão pequeno como gota de orvalho, como a imperceptível luz de vaga-lumes no jardim. Vago como o vento e sua asa que passa em sua casa e você não vê. Ínfimo. Como o canto do pássaro que você não escutou, como o beijo cálido do beija-flor na flor. Ínfimo. Como grão de areia no deserto do Saara; minúsculo peixinho azul invisível aos olhos humanos. (Escritor/jornalista Eugenio Santana)

PELO OLHO D’ÁGUA, fotografo a chuva de estrelas, escuto em silêncio o cio do vento, música volátil de pássaros e peixes. Viro outra página... Reconheço-me noutras palavras. Asas de sonhos esquecidos, cinzas de ossos dos meus mortos: Oceânica Busca, messiânica Dor. Canto o Amor, e…
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PELO OLHO D’ÁGUA, fotografo a chuva de estrelas, escuto em silêncio o cio do vento, música volátil de pássaros e peixes. Viro outra página... Reconheço-me noutras palavras. Asas de sonhos esquecidos, cinzas de ossos dos meus mortos: Oceânica Busca, messiânica Dor. Canto o Amor, enquanto encanto estrelas no chão de flores. Efêmero fragmento de luz deste turbulento tempo. Ofereci a mão. Devolveram a cruz. Andarilho da estação flor-estrela decodifico mantras, mandalas, identifico eneagramas. Reflito o livro da Vida que não li: VOCÊ! (Escritor/jornalista Eugenio Santana)