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Frase de Celina Vasques

Respiro sentimento... ...e fico pensando que... A vida é tão breve... Então, meus olhos fitam os céus sem fim... Idealizei sonhos... Conjecturei quimeras... Nas noites de mil encantos... Os meus desencantos Dos suspiros de amor... Do estremecer do silencio Da vastidão do mar... E todo este amar... Cai em meu rosto gotas de chuva fina que provoca em mim Uma torrente de emoções... E a vida se vai... Esvai-se... E me faço silencio... E respiro sentimento... Esta sensação que me transforma em solidão E em saudades... E me finjo de esquecida... Das lembranças de minha vida E a angustia instala-se no meu peito... Enfim... Quero que me leias... Qual se eu fora uma poesia... Escrita por ti... Sente-me!

Celina Vasques

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Doce anseio... Eu hoje senti anseio de escrever Um poema que fale de ti...
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Doce anseio... Eu hoje senti anseio de escrever Um poema que fale de ti... de buscar teu abraço Vontade de te falar de amor Riscar uma multidão de gaivotas...olhar o mar verde... e suas ondas quebrando na areia Relembrar aquele sorriso breve... Quando chegavas ... E nossos olhos se encontravam... Acender na tua alma nossa doce juventude faz tempo perdida!

Enfim, chegastes Tu que povoavas meus sonhos e fantasias, trouxeste-me o amor e a Paz tão desejada... O encanto e sorrisos sem pranto... A ausência da dor!
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Enfim, chegastes Tu que povoavas meus sonhos e fantasias, trouxeste-me o amor e a Paz tão desejada... O encanto e sorrisos sem pranto... A ausência da dor! O despertar de um novo dia.. Amar-te-ei toda minha vida! Que a brisa nos cubra de pétalas de rosas... E que possamos bailar Ao som de sinfonias infindas... Lindas melodias... Para sempre e além da vida!

Palavras ao vento... Entre ruínas busco a causa Da tua tão abstrata presença
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Palavras ao vento... Entre ruínas busco a causa Da tua tão abstrata presença Vacilantes brumas, sem destino. Ao sabor do vento Neblina desmoronada pelo brilho De tua essência... Um fragor ressoando numa torrente De paixões perdidas... Palavras revoavam quais folhas ao vento Na contradição distraída de serem As lembranças perfeitas Que continuam alem de ti... Quem sabe talvez... de nós Dos amanheceres... Daqueles dias De saudade... De Paixão... Dos sonhos tatuados no coração!