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Frase de Ferdinando tropick

Para todos nós Para aqueles que pregavam o amor faltou a compreensão Para aquele que se dizem corretos, alienação, foram traídos por sua por sua própria cegueira Para aqueles que pregavam a paz, pura contradição, lutar não é usar da força Para aqueles que se dizem irmãos, faltou cumplicidade Para nós que vivemos a meio dos leões, falta união Para mim que vivo a desconstruir falta humildade Para você que quer me compreender desejo boa sorte.

Ferdinando tropick

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O que queres de mim Quem foi que lhe disse que amar demais não é sofrer É muito para mim e pra você
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O que queres de mim Quem foi que lhe disse que amar demais não é sofrer É muito para mim e pra você Não quero ver a morte de longe Não pretendo me arrastar Às vezes sufoca, e como sufoca Onde está a minha melhor amiga Isso não é brincadeira é submersão Ah conflito Ah dúvida Ah esperança Ah intenções enérgicas e alérgicas Alegria que me desculpe, nem me lembro Por isso pretendo querer, e Só lhe peço um pouquinho de paciência Dê um basta nessa dor Mais não mude de idéia Não lhe desobedeça jamais E se insistir em sofrer; Que sofra bem devagarzinho Para que eu tenha mais tempo para curar essa dor E se for me amar, que me ame aos poucos Para que nunca se esgote o que você sente por mim Mais se for me abandonar, não tenha pressa Sei que tenho muito medo, e Ainda não aprendi me defender do seu amor Porem se um dia não houver mais nada a fazer Conte-me outra história O sono se foi Vamos nos aventurar outra vez.

Separação Vejo que não ah mais pedras em meu caminho Nenhum passarinho voa mais do ninho,
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Separação Vejo que não ah mais pedras em meu caminho Nenhum passarinho voa mais do ninho, E nada mais me satisfaz. O que era bom durou pouco Não vivo más como louco E o outro não me ampara mais Pedir um abraço não posso Se recebo um não, desgosto Não consigo insistir jamais. O que via em teus olhos virá a ser o que posso O que sou O que faço E me esforço Como se não houvesse jamais Disfarço-me de objeto perfeito, más O teu não desejo alimenta a minha dor Mesmo assim continuo, me enganando Sofrendo, chorando Não como flagelo! Pois ainda me sinto e sei que sou alguém Desnorteada, pluma viaja nas correntezas de vento Alguma força te leva Não sei para onde; pois Não sei para onde ir Não me invejem; pois Sei o que procuro O tempo todo sussurro Apenas por um olhar teu

Esperança O bom nasce outra - vez Encarnado no belo, sem forma e sem cor
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Esperança O bom nasce outra - vez Encarnado no belo, sem forma e sem cor O bom nasce outra - vez Amado pelos guardiões da vida e odiado por aqueles que têm fome de dor O bom nasce outra - vez Não percebo o tempo Não sinto o frio do vento E nem tão pouco tormento Ao tirar minha sorte em uma caixinha de realejo Porque, aqui dentro eu sei O bom sempre nasce outra - vez.