Pular para o conteúdo

Frase de Sueli de Souza Pinto

Há uma corja maldita que nos acossa a vida, os sonhos. Mas nunca nos calarão, a vida segue viva e sonhar é cada dia, dia após dia para quem nunca desistiu e segue buscando, muito mais que o que a traça rói ou que o ladrão pode roubar... Cada Sol que marca o horizonte, nos diz que é dia de lutar. Lutar com palavras" , talvez uma luta vã? Não creio, porque desde o início foi o Verbo que fez toda diferença, acredita! Assim, cada palavra bem dita segue a fora com quem crê, que viver é permitir que a Vida viva, não é e nunca será luta vã, pois segue a Vida sendo eterna em quem nela acredita e marca cada dia com o selo do seu não desistir , insistir. "Amanhã será outro dia..." o dia de o Verbo estar nas ruas pela Vida digna de cada um e cada uma, que espoliado, ferido, doente, infeliz, machucado,desempregado, triste, desesperado, calado ou loquaz, analfabeto ou estudado segue vivo(?) nas ruas famélicas e injustas, marchetadas pelos ínfimos mas passageiros que não se envergonham, não se calam, não se furtam de furtar, dinheiro e sonhos da gente humilde mas necessária, que cava seu pão, seu livro, sua vida a cada dia, e entende que não podemos desistir, pois unidos vamos marchar nas ruas por nós mesmos, por todos eles, na manhã do amanhã deste NOSSO imenso e rico País!! (suelidesouzapinto- 06/07/2019)

Sueli de Souza Pinto

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Sueli de Souza Pinto

PADRINHOS Há uma fé enorme na rebelião dos justos
Continuar lendo

PADRINHOS Há uma fé enorme na rebelião dos justos e a glória será sempre dos que na arena sangram, enquanto os omissos se escondem na latrina dos favores políticos.

BONS CONSELHOS Nunca fui vítima de conselhos ou o que seja. Caminhos indicados, já percorridos, nada inauguram,
Continuar lendo

BONS CONSELHOS Nunca fui vítima de conselhos ou o que seja. Caminhos indicados, já percorridos, nada inauguram, e ao que é óbvio servem. Custa-me ouvir calada o que é de cada um, dispenso bulas, receitas, mapas, bússolas. Perder-me sou capaz sozinha. A educação nos torna dóceis até às apóstrofes, nos põe calados, ninando respostas mesquinhas, pois ainda que, antipáticos às palavras, queremos conservar respeito por quem as diz. Daí então em muda espera, calamos em nós a exposição pública de crenças, credos e mazelas. Melhor assim, olhar as andorinhas, invejar voo e pouso. Ouvir asneira em pasmada calma, ainda que nos ensine o apontar a ignorância, põe-nos a salvo da mesmíssima dificuldade, pois o que havia para se consertar, continua errado e cheio de inverdades. Aprendo de outra forma. Bem me sei ignorante, mas sei também dos tolos que, de modo algum querem o que lhes vira a direção. Ao aprender dispenso esse pedaço, vou devagar com algum sentido. Devagar e com delicadeza. Plantei sinais no que bifurca - escolha minha, meu destino - a ninguem alugo cérebro e decisão pois já não posso, nem quero seguir pela vida dando a outros a soberana posse da opinião! (suelidesouzapinto)

Na onda da maré cheia é o mar que te enleia, minha amiga, quase sereia.
Continuar lendo

Na onda da maré cheia é o mar que te enleia, minha amiga, quase sereia. Na praia do sol que amola, a areia é calor de pura marola, em teu decote sem gola, em tuas coxas de gala. A onda rola, enrola, roda um baile em sala aberta, e você toda se evola na canga de voil ou cambraia, na luz que estala solar, você é a rainha da praia!