Frase de Ronaldo Ferreira de Almeida
ERAM NOITES DE PIRILAMPOS Era um baião de dois Eu mais você O verso e reverso Água de moringa Galope de dez mil léguas Eu de pardo, era agora todo esbranquiçado de poeira Pegava do bojo, sacava a viola e descosturava um repente Eu era o rei das quermesses Um poema com nada de hipérboles, sem metáforas e nem superlativos. -Ganhei vosmecê com muita prece. E, confesso, nunca soube o que era isso Fazer poema é bonito, mas difícil. E com a noite descia a lua, e no nosso quarto morava o paraíso
No pensador.ai desde