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Frase de Sergio Vicentin

Os hojes dos dias Hoje sofro Mas não dor sofrida em gemidos Sofro imensa solidão Da pessoa que tem muitos amigos E ninguém para me dar a mão Hoje sinto Que de tantos corações ganhos Poucos valerão a pena Quando em prantos contar os pontos De um jogo por coisas pequenas Hoje vejo Um mundo que em desamor sofre As dores do parto dos feitos Dos atos que, desgraça, tão nobres E motivos de doerem o peito Hoje faço Dos meus dizeres a cerimônia mais bela Para dar ao mundo uma chance De no meio de rosas e pétalas Enxergar que nem tudo é romance Hoje venço Pois nada vale, nada tenho, nada sou Mas um nada que deixou sua marca Viver o seus feitos como o que restou E mostrar ao mundo as moedas de prata Hoje deixo Escrito em versos doentes Uma canção que por si só fala Uma luta entre coração e mente Pra dizer se amo, se faço, se nada

Sergio Vicentin

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Pensador.com

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Outras frases de Sergio Vicentin

Nunca falei que te amo, nunca disse que sentia Ao encontro do possível, demonstrei quando ninguém olhava Não pude ser mais breve, pra dizer se existia
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Nunca falei que te amo, nunca disse que sentia Ao encontro do possível, demonstrei quando ninguém olhava Não pude ser mais breve, pra dizer se existia Incertezas, certezas, paixão ou palavras Tenho medo, sim, do que me espera Entre os olhos que tantos me passam Ter um dia que me prender aos laços Enfrentar algo que não quisera Mas não escute somente, dê resposta ao que digo Se um dia pelo menos sonhastes comigo Porque tenho desejo de viver a vida E deixar de ser prisioneiro, como se livre quisera um dia

DA DISCUSSÃO Me diz que te passas, se abra, me fale Quero entender, ouvir teus pensamentos
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DA DISCUSSÃO Me diz que te passas, se abra, me fale Quero entender, ouvir teus pensamentos “Não podes, não deixo, só lamento Pois em mim está trancado por chave Compreendes que não podes tomar o que é meu?” É mentira, não deves dizer absurdos Pois por ti laço o infinito dos mundos “Vejo que és grande, te amo e sabes Mas não deixo, não quero, em ti não cabes Compreendes que não podes tomar o que é meu?” Desvanece tua arrogância! Cabe a mim tamanha importância “Por que quer saber tudo? Por que insiste? Se em mim entrou a tristeza, por que me exige?” Porque és minha, e eu sou teu Compreendes que não podes tomar o que é meu?

Almas e correntes O que pode derrotar alguém Se não as suas próprias mazelas
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Almas e correntes O que pode derrotar alguém Se não as suas próprias mazelas Que vividos de forma singela Te destroem e te tornam ninguém O sopro que de noite assola As dores que não te esquecem Os motivos que te desmerecem E gritam como quem pede esmola Em meio a tudo escuto dizer Que as trevas não escondem a luz Daquele que aceitou Jesus E que nada O pode deter É de certo formado em vitória Que não há escuridão que vence Ou sequer mal que um dia aguente Sufocado por tremenda glória Vejo hoje depressão que cresce Por motivos que por nada anseio Mas como espada correndo o peito Vejo Deus que em tudo aparece Não há medo ou ranger de dentes Pois houve perdão a todo pecado E não só novo homem é achado Mas liberto de todas correntes

Terra, campo e rio Caminhando pela estrada de terra fofa e desmerecida Vejo pedras que seguram o caminho tornando-o transponível
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Terra, campo e rio Caminhando pela estrada de terra fofa e desmerecida Vejo pedras que seguram o caminho tornando-o transponível Vejo flores que embelezam a vista, o olhar, a imagem, o espírito Vejo passos tão pisados e tão evidentes que nos lembram cicatrizes, Dores voláteis que duram uma eternidade, e não duas, como se achava na primeira semana Ando pela estrada agora aberta em forma de campo, Não me sinto à vontade, não costumava passar por aqui Neste pedaço de terra me parece existir felicidade, Não acreditemos nela, não acreditemos muito, As flores e as árvores são conhecidas por mentirem mentiras contadas sem uma única voz Não desmereça a caminhada! Chegamos ao rio, nele me sinto consumido pela esperança Pelo toque suave de uma única gota que me liga aos mares e aos mundos Posso me desfazer das roupas: sapatos, capas, chapéus e máscaras, Agora sinto seu toque frágil e restaurador, Vejo o céu mais próximo do mar, parece tocá-lo, parece querer me tocar, Mas n deixo, desfaço rápido toda excitação radioativa e me visto rapidamente Não poderia deixar o céu vir a mim, eu preciso ir até ele Vestido de sapatos, capas, chapéus e máscaras