Pular para o conteúdo

Frase de EUGENIO SANTANA, FRC)

GUARDIÃ AXIS MUNDI – Um dia ousarei guardar no arquivo de teus olhos os segredos da visão do mundo: pequeno uni/verso fragmentado que trago ancorado nas janelas dos olhos e do coração. Já em teu coração rubi-romã deixarei tatuado o mapa e a bússola de toda extensão do nosso amor. Em tua alma deixarei impregnar-te pedaços de asas, essência possível do mais belo e puro verbo: quem sabe um poema alado? Se liberdade tiveres permitas a alquimia de nossos corpos. Publicarei obra imortal: escravos do amor escreveremos a duas mãos o secreto e definitivo livro de nossas vidas – Vênus-Afrodite. Guardiã Axis Mundi. (Escritor/jornalista Eugenio Santana – Autor de nove livros publicados)

EUGENIO SANTANA, FRC)

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de EUGENIO SANTANA, FRC)

ÍNFIMO – Tão pequeno como gota de orvalho, como a imperceptível luz de vaga-lumes no jardim. Vago como o vento e sua asa que passa em sua casa e você não vê. Ínfimo. Como o canto do pássaro que você não escutou, como o beijo cálido do beija-flor na flor. Ínfimo. Como grão de arei…
Continuar lendo

ÍNFIMO – Tão pequeno como gota de orvalho, como a imperceptível luz de vaga-lumes no jardim. Vago como o vento e sua asa que passa em sua casa e você não vê. Ínfimo. Como o canto do pássaro que você não escutou, como o beijo cálido do beija-flor na flor. Ínfimo. Como grão de areia no deserto do Saara; minúsculo peixinho azul invisível aos olhos humanos. (Escritor/jornalista Eugenio Santana)

PELO OLHO D’ÁGUA, fotografo a chuva de estrelas, escuto em silêncio o cio do vento, música volátil de pássaros e peixes. Viro outra página... Reconheço-me noutras palavras. Asas de sonhos esquecidos, cinzas de ossos dos meus mortos: Oceânica Busca, messiânica Dor. Canto o Amor, e…
Continuar lendo

PELO OLHO D’ÁGUA, fotografo a chuva de estrelas, escuto em silêncio o cio do vento, música volátil de pássaros e peixes. Viro outra página... Reconheço-me noutras palavras. Asas de sonhos esquecidos, cinzas de ossos dos meus mortos: Oceânica Busca, messiânica Dor. Canto o Amor, enquanto encanto estrelas no chão de flores. Efêmero fragmento de luz deste turbulento tempo. Ofereci a mão. Devolveram a cruz. Andarilho da estação flor-estrela decodifico mantras, mandalas, identifico eneagramas. Reflito o livro da Vida que não li: VOCÊ! (Escritor/jornalista Eugenio Santana)