Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
NUVENS (soneto) Rasgam-se as nuvens no cerrado Num céu de um azul tão profundo Mergulhadas num infinito rotundo Misturadas no silêncio seco e calado A tarde aviva pro frescor encantado Invade a imaginação num segundo Com sua magia ao longe e ao fundo Que mais parece um painel inventado Surge estão outras, e outras tantas Num passeio livre, assim, pelo ar Bailam de lá para cá, e de cá pra lá Ah! como algodão, paz, tão brancas Torvam o céu, sem o céu incomodar E com leveza, adorno no céu aporá © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 11 de março de 2020 - Cerrado goiano
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
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