Pular para o conteúdo

Frase de Kleber Ferreira dos Santos

AMOR NO CRUZEIRO DO SUL Kleber Ferreira Ainda me lembro do seu doce sorriso Essas memórias eu não posso negar Trazem de volta lembranças do paraíso Em que eu só precisava te amar A esperança era brisa fresca sob o céu azul E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino! Arrebata o meu corpo, a um lugar divino Em que o tempo se torna uma passagem fugaz Consumindo nossas almas em uma paixão voraz! Como eu gostaria, os seus olhos, rever E poder dizer-te que faria tudo diferente Se pudesse, por um momento, lhe ter E materializar o sonho do amor da gente A esperança seria brisa fresca sob o céu azul E as noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino! Arrebata o meu corpo, a um lugar divino Em que o tempo se torna uma passagem fugaz Consumindo nossas almas em uma paixão voraz! Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino! Arrebata o meu corpo, a um lugar divino Em que o tempo se torna uma passagem fugaz Consumindo nossas almas em uma paixão voraz! Seu rosto me retorna! Num lampejo repentino! Arrebata o meu corpo, a um lugar divino Em que o tempo se torna uma passagem fugaz Consumindo nossas almas em uma paixão voraz! Consumindo nossas almas em uma paixão voraz

Kleber Ferreira dos Santos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Kleber Ferreira dos Santos

SUA PERDA, MEU TRAUMA Kleber Ferreira Brigamos, seguimos caminhos diferentes
Continuar lendo

SUA PERDA, MEU TRAUMA Kleber Ferreira Brigamos, seguimos caminhos diferentes Nos afastamos, mas levamos o amor junto Não sei como você está, isso me corrói Só de pensar, que me ama ainda, isso dói Por que o destino insiste em ser cruel? Me deu você, o céu, tirou, deu-me o fel Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Penso que é melhor, que não mais me ame Que tenha, com o tempo, me esquecido Que a noite, chorando, meu nome não chame Não lembre a paixão, que tenhamos vivido Pois não posso desejar, a quem amo, esse castigo Sofrimento que não se deseja, nem, a seu inimigo Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Agora vivo com essa dor insana, que me consome Nem mais tento disfarçar, quando ouço seu nome O choro se expõe, devorando a minha alma Um abismo, relembrando, sua perda, meu trauma Um abismo, relembrando sua perda, meu trauma

A Última Cartada Kleber Ferreira Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino
Continuar lendo

A Última Cartada Kleber Ferreira Espelhos eu nunca quebrei, mas de joelhos me pôs o destino Com gato preto nunca cruzei, sou brinquedo nas mãos do divino Vou arrumar uma ferradura: Vou mudar o meu caminho Mudar a sorte desta loucura, eu não vou viver sozinho Os dados do vento da sorte: Creio que estão viciados Num jogo de vida ou morte, me tornaram um azarado Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração Ontem, você me amava, hoje terminou comigo Ontem, seus lábios eu beijava, hoje, sua ausência é um castigo Antes eu era tudo em sua vida, agora você não quer mais me ver Hoje esta ferida aberta, sangra por eu te perder Será que minha estrela está apagada? Será que nasci marcado? Será que joguei minha carta na hora errada, num lance desesperado? Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição Se tive, já gastei toda a sorte, agora sou só um azarão O infortúnio bateu forte, fez sombra no meu coração É, pra anular o azar que me cerca a todo instante Minha aposta é você, vou tirar a sorte grande

MAL ENTENDIDO Kleber Ferreira Você jurou que me amou
Continuar lendo

MAL ENTENDIDO Kleber Ferreira Você jurou que me amou Mas hoje eu duvido O mal que a outra causou Me fez pagar de bandido A menina que me beijou Foi à força, foi conflito Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo Mas você não acreditou E deu fim ao nosso infinito Agora diz que acabou Deixando o peito ferido A minha vida parou Em um erro incompreendido Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo Não faça isto comigo meu amor Eu nunca beijaria outra boca Escute este meu clamor Aquilo foi beijo de uma louca Ah, Não sou um contraventor Eu Não perdi o meu juízo Deixe meu amparo contrapor Não me deixe nesse prejuízo

JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL Kleber Ferreira Se eu soubesse que iria terminar assim
Continuar lendo

JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL Kleber Ferreira Se eu soubesse que iria terminar assim Se eu imaginasse que este amor teria um fim Não teria nem sequer começado Não deixaria meu coração, magoado Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Tento enganar o tempo, fingir que a dor passou Mas este peito não esquece, de quem ele tanto amou Ando sem norte, sem rumo e sem seus abraços Paixão virou sofrência, de um amor, em pedaços Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Agora, minha vida sem você, ficou pouco provável Como eu vivo, justificando o que é injustificável? Restou-me apenas, o silêncio do seu adeus E a busca em outros olhos, de alguns dos traços teus Minha vida sem, você ficou pouco provável Assim vivo, justificando o que é injustificável