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Frase de Rodrigo Pinheiro de Faria

Hipérbole Nos caminhos da imaginação Onde as estradas dão curvas e se partem em duas Onde a vida recomeça e se lança no impossível Estou ali Aqui Bem próximo de mim mesmo Mais próximo ainda de você Do seu amor que gerado cria a vida de nós dois Vitória de nossos sonhos Das noites mal dormidas Na espera incessante por nós dois Nosso amor cresce dia a dia formado de uma substância ainda não conhecida. Desconhecida por todos Por muitos O amor... O amor que nos une Dá-nos motivos de avançar De ser eu e você, na luta constante desse amor que o Senhor nos deu. As palavras são apenas palavras? De nós fluímos nós mesmos Parte de nossa esperança Dessa nossa essência que cria nosso amor Nosso amor Ou simplesmente o que somos Que o senhor fez A história recomeça Estendemos-nos no que geramos Nós em nós mesmos Mesmo que ainda em outra vida Em outro sonho Outro coração Pois nosso sangue tem nome Nosso amor. A Vitória que geramos é mais que eu você, Somos nós em um momento que nunca existiremos... Mesmo que por onde as estrelas caminham Onde os sonhos são tocados O passo do caminheiro Em estradas sem passos Sem destinos ou marcas Apenas nós naquele sonho que logo lembraremos Do qual não resistiremos Ao qual seremos levados pelos ventos da vida Pelas lágrimas que correm em nossos rostos À estrada onde a eternidade são nossas sandálias Onde o fôlego que respiramos estinguirá. Estarei Mesmo de lá Olhando onde olhos não existirão Onde a distância nos separará Somente Ela nessa dança Onde o meu Guia me levanta e me acompanha na próxima música. A vida que é mais que todos nós Onde o Senhor amassa o Barro que quer e coloca-nos entre os mais preciosos Mesmo quando não percebemos Lá está a estrela que brilha mesmo pela manhã O Lírio dos Vales O Leão que nos cerca e protege. Mais forte que Ele? Mais alto que Ele? Mais que Ele? Estou aqui Onde a aurora é eterna E a noite jamais chega Onde beijo os lábios do meu amor A mulher amada que me ama Inicio do que és Madre que te gera Da Vitória que és Que sempre serás Tens nela a primazia de si mesma No sonho que logo acordarás para ter Nesse caminho? Onde as luzes fluem de onde não sei Em que as escadas já não têm degraus Onde a água não mata a sede Só lá onde nem mesmo existimos Vivemos nos arcos dos multicoloridos raios de luzes Dos quais somos formados Levados Trazidos Transformados Exaltados Pra sempre Vejo nos seus olhos Isto que carregas contigo Trazes Daquele que não muda Os sonhos dos sonhos que te fazes rir Risos dos meus sonhos invisíveis Irrepreensível é o que trazes contigo Amor que flui do seu interior Minha Linda Vitória de Amor...

Rodrigo Pinheiro de Faria

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fra…
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Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fraquejou-se o valente. Derrotado nas viris convicções, foi-se o jovem moribundo, levado pelas lágrimas de tão breve e dorido momento. O verde da bandeira acena do alto do céu azul da terra amada, olha-se entre lágrimas o passado desvairado de possibilidades falidas. Onde estará sua alegria ante o pavor dos matagais, pois ao perpassar da ventania quebram-se os rijos vegetais. O agasalhar da bandeira aqueceu-me por pouco, mas os falíveis pensamentos mortais levaram-me a idiotia. A camisa suada de sangue, os olhos delatados pela noite, a busca incessante e frustrante, rendia-se a dor do descanso, a labuta reiniciava-se em poucos instantes. Parece renascer o sofrimento, pois o solo me daria o sustento. Dele reviraria a vida, e as gotículas de esperança nasceria. Mas valei-me Deus de labutas constantes, da triste história do trabalhador brasileiro, desmerecido entre as estrelas da bandeira, no estrelado azul cintilante anil. Se vê entre tão tristes lembranças a esperança de que um mero dia que seja, nasceria em breve e refrescante manhã, o som do sorriso ao realizar o tão belo desígnio de ter alcançado o almejado. Quem sabe nessa mera lembrança, a pobre lápide, o desejo intenso da mudança e descubra na breve sensação de conquista, a fé desguarnecida, ferida e lançada à plebe de falidos e vencidos desejos frustrados. Venceria neste breve soneto, nos lábios de anjos tão puros, a vida, por mais simples que seja no apego ao futuro. Logo, bem logo diria, o som da chuva anuncia que a sede vencida seria. Nas necessidades atribuladas na intensa invernada, cabal palavras de desapego no aconchego de uma vida tão jovem desfavorecida. Tão breve seria o momento do tempo, em que a poeira levada a ação, encontrasse no chão o destino infeliz. Teria a força da conquista nas mãos e diria a quem me diz que venci e o desemprego ao desapego de tão somente e frágil solidão, acalantaria a vitória as mãos. Quando Deus diz sim, o que diremos nós? ... E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Sejamos felizes com o Propósito de Deus em nossas vidas.

Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos
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Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos A duvida Que consegue mentir e enganar O inicio de todos os medos A raiz de todas os males Queremos Mas não podemos Acontece Mas não podemos mudar Às vezes mudamos Mas o passado não A incerteza nos culpa É quase por acaso que tudo começa A angustia A insuficiência de não mudar as circunstancias O tempo O atributo da inconsistência A verdade Mais forte que a realidade Tão fraca quanto os segundos... É difícil mudar o que somos O que temos O que desejamos O que sentimos no mais profundo do âmago... O ofuscante brilho nos olhos da morte Irrevogável Como o grito da criança que acaba de nascer Todos sujeitos ao medo do desconhecido O futuro Sem forma e vazio No qual o espírito paira como que na face das águas O qual falta a essência do nosso ser para preencher...

Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar
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Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar Aonde os sonhos jamais me levarão Onde o coração jamais baterá Onde a brisa leve nunca tocará meu rosto O cheiro do tempo Mesmo que próximo Jamais chegarei... Nos olhos de meu anjo... Vejo o que jamais serei, o que levarei pela eternidade A lembrança de seu sorriso O bater de seu coração, perto ou longe de nós dois... No nosso amor... Nos olhos de meu anjo.