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Frase de Danielcosta

O Véu da Incredulidade Frágil humano, de carne e de medo, Que tranca o mistério em baú de segredo, Como podes andar sob o manto da lua E negar a presença que a noite acentua? ​Tu ergues cidades de vidro e de aço, Medindo o vazio, ocupando o espaço, Mas fechas os olhos quando o vento murmura E ignora o que foge de qualquer moldura. ​Como podes não crer? ​Se a erva no pote ainda cura a ferida, Se o círculo traça o sentido da vida, Se há uma força que a mente não doma, Perdida no tempo, num antigo aroma. ​Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão, É o pulso da terra na palma da mão. É a voz que sussurra quando o fogo se apaga, A força ancestral que em teu sangue propaga. ​És frágil, pequeno, num mundo de espanto, E ainda assim negas o peso do encanto? Pois saiba que o místico não pede licença: Ele existe, humano, apesar da tua descrença. ​Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.

Danielcosta

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Pensador.com

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⁠E quando chega mensagem sua. Hora de fechar os olhos. Hora do frio na barriga só de pensar em tudo que se passou e superou, enfim. Hora de pensar em como as coisas podem mudar num passe de mágica, e que, muitas das vezes não dependem só de nós. O quanto somos pequenos diante dos…
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⁠E quando chega mensagem sua. Hora de fechar os olhos. Hora do frio na barriga só de pensar em tudo que se passou e superou, enfim. Hora de pensar em como as coisas podem mudar num passe de mágica, e que, muitas das vezes não dependem só de nós. O quanto somos pequenos diante dos acontecimentos no mundo. O relógio, que não para, pra que a gente possa consertar o que quebrou. Eu quero mais tentativas, eu quero mais lagrimas de alegria, eu quero mais frio na barriga. Não tem sensação melhor do que sentir um friozinho na barriga, euforia e felicidade repentina! Volte a sentir o frio na barriga Faça seu coração acelerar de novo Olhe-a de perto dessa vez, mas. Ame, viva, perca o medo seja feliz.

O Silêncio do relógio: O medo que eu sentia se desfez no cansaço, eu já não tenho medo da morte, nem do fim.
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O Silêncio do relógio: O medo que eu sentia se desfez no cansaço, eu já não tenho medo da morte, nem do fim. Antes eu tinha, mas hoje o tempo é escasso, e o peso do que carrego já transbordou de mim. ​Eu desconto a minha dor nas pessoas, eu sei, e por isso eu evito me aproximar delas agora. No silêncio dos muros que eu mesmo levantei, espero o momento de, enfim, ir embora. ​Pois algum dia ficarei off-line para o resto da vida, uma ausência que o mundo não saberá explicar. E na alma cansada, uma certeza incontida: sei que não existe uma cura para a minha doença, apenas o silêncio que me ensina a parar.

Morena de pele quente, de curvas que falam antes das palavras. Linda e sabe disso.
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Morena de pele quente, de curvas que falam antes das palavras. Linda e sabe disso. Sua autoestima é o vestido invisível que a deixa ainda mais irresistível. Os olhos dela prometem perigo, mas o sorriso entrega ternura. Tem fogo na alma e doçura na fala, um contraste que vicia. Não precisa provar nada, porque o espelho já se rende toda manhã.