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Frase de Christina Araújo

Um peito que sofre acaba soltando tudo de uma vez. Parece que no que a angustia aperta, ele transborda. A dor muitas vezes nos inspira mais que alegria, por que a felicidade é urgente, pra agora! Não espera nada, ela simplesmente vai viver e na volta quem sabe, se sobrar um pouco desse tempo, a gente pare e relate ou ao menos tente descrever o que se sentiu, o que se sente naquele momento, naquela faísca! A dor sempre encontra um jeito de tentar sair de alguma forma,ela se escreve sozinha no tempo ocioso que ela nos leva. Os momentos felizes não, às vezes eles são tão explosivos que a gente não consegue falar ou escrever nada, a gente só consegue sentir. Nesse caso, quem acaba escrevendo ou falando algo é o nosso sorriso.

Christina Araújo

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Pensador.com

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(Poeira Cósmica ) Somos poeira, Viemos dela e para ela voltaremos
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(Poeira Cósmica ) Somos poeira, Viemos dela e para ela voltaremos Mas nesse meio tempo Nos pomos a vagar ; Nessa estrutura temporária Ficamos a nos debater Sempre a procura de um norte Sempre a procura de um lugar onde nos encaixaremos, A penar, a penar Por essa selva de pedra Invisíveis e tão pequenos Nas multidões Infinitos e gigantes dentro de si.

Partiram-lhe em tantos pedaços que ao longo dos anos já não sabia se conseguiria juntar, ajeitava, colava e assim ia,vivendo essa vida que não pode parar. Por onde passava deixava um pouco de si e também levava lá dentro do peito, a saudade de quem um dia ali fez morada, em cada…
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Partiram-lhe em tantos pedaços que ao longo dos anos já não sabia se conseguiria juntar, ajeitava, colava e assim ia,vivendo essa vida que não pode parar. Por onde passava deixava um pouco de si e também levava lá dentro do peito, a saudade de quem um dia ali fez morada, em cada lembrança boa a cura das feridas que um dia farão sua alma regenerada.

Como acreditar no amor que tu me oferecia? Se enquanto eu era o mar tu não passava de uma piscina? Enquanto tu me enchia de palavras bonitas eu te amava com o peito, e esse ainda aqui cicatriza, às vezes ainda sangra, mas não se tornou frio e nem descrente,espero ainda mergulhar…
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Como acreditar no amor que tu me oferecia? Se enquanto eu era o mar tu não passava de uma piscina? Enquanto tu me enchia de palavras bonitas eu te amava com o peito, e esse ainda aqui cicatriza, às vezes ainda sangra, mas não se tornou frio e nem descrente,espero ainda mergulhar sem medo noutro amor dessa vez profundo, por que se eu falo em amar não fico na superfície, e nem posso ficar...não sou de me entregar pela metade. Amor de verdade é coisa escassa, Brinca com o tempo, faz dele um menino. Não distingue um instante de 10 anos, O que é o tempo perto desse sentimento?