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Frase de Beatriz Marques

Cansei de esperar sentada a felicidade bater à minha porta. Comecei a me perguntar e se ela nunca vier? Se ela não souber onde moro? Se ela chegar e eu tiver adormecido? Melhor não confiar na sorte. Fui em busca dela e descobri. A felicidade estava do meu lado o tempo todo, estava dentro de mim.

Beatriz Marques

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu poderia procurar a tarde inteira um cd antigo se você chegasse para me contar sua história e eu fingisse que caía. Eu fingiria muito bem só para poder te levar para casa, mesmo que ficasse só nisso. Acontece que eu não sei mais fazer essas coisas de sorrir quando devo ou fingi…
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Eu poderia procurar a tarde inteira um cd antigo se você chegasse para me contar sua história e eu fingisse que caía. Eu fingiria muito bem só para poder te levar para casa, mesmo que ficasse só nisso. Acontece que eu não sei mais fazer essas coisas de sorrir quando devo ou fingir quando é preciso. Tenho aquela leveza na expressão de ser simplesmente eu.

Os atos eram curtos, as frases telegráficas. Algo como por que foi assim? Aonde vamos com isso tudo? Era? Não é mais. Até que num gemido rouco desfizemos nossos laços apertando nossas mãos. Nos despedimos com abraços – sem lágrimas dessa vez- mas com muita saudade, sinto te dizer…
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Os atos eram curtos, as frases telegráficas. Algo como por que foi assim? Aonde vamos com isso tudo? Era? Não é mais. Até que num gemido rouco desfizemos nossos laços apertando nossas mãos. Nos despedimos com abraços – sem lágrimas dessa vez- mas com muita saudade, sinto te dizer. Reconhecemos de uma vez por toda que um é e talvez seja sempre um pedaço que falta no outro.

Sou mulher de olhar os fatos e ordenar sequencialmente as soluções. Respostas para as perguntas. Saídas nos casos mais desesperados. Mas dessa vez eu me sento na calçada sozinha, viro a bebida, esfrego o braço para secar a boca enquanto continuo segurando a garrafa fielmente. And…
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Sou mulher de olhar os fatos e ordenar sequencialmente as soluções. Respostas para as perguntas. Saídas nos casos mais desesperados. Mas dessa vez eu me sento na calçada sozinha, viro a bebida, esfrego o braço para secar a boca enquanto continuo segurando a garrafa fielmente. Ando cheirando a álcool, mofo, lágrimas ainda úmidas. Estilo caminhoneiro de filme mexicano independente sabe? Sei que sabe, você sempre odiava quando eu insistia em assistir os mesmos. Fico batendo a cabeça na parede, falando coisas sentimentais, choramingando pra essa eu que me olha de dentro do espelho. No fundo, se quer saber, nem sei mais o que ainda existe. Sei que eu gosto de fazer isso, essa aparência de madalena sofredora me faz ver o quanto eu mereço por um batom vermelho, um salto alto, um sorriso na boca e ir enfrentar teus olhos e de todos os outros. Desse jeito mesmo, do jeito que você se acostumou a me conhecer, como essa mulher que não se dói por coisas pequenas. Não que você saiba.