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Frase de Elizabeth Ruth Auer

Eu quero menos selfies e mais carimbos feitos com as mãos. Quero menos Photoshop, mais chantilly nos beiços. Estou trocando o contraste virtual das imagens por formatos de desenhos em nuvens. Eu quero o cheiro da grama cortada. O gosto do chá de quintal. Quero um banho com roupa e tudo. E uma festa onde a tecnologia não seja convidado. Eu sei que minha vida social nunca foi uma rede. Redes tem muitas tramas, e eu sou gente de laços rústicos. Minha vida social é bordado, tipo toalhinha de crochê. Pontos arrojados, belos, delicados e imperceptivelmente desiguais.

Elizabeth Ruth Auer

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Gente que verdadeiramente te ama não despreza o teu sorriso. Valoriza tua beleza. Tem orgulho das tuas conquistas.
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Gente que verdadeiramente te ama não despreza o teu sorriso. Valoriza tua beleza. Tem orgulho das tuas conquistas. As outras é melhor deixar ir.

Meu sonho é como que uma casa como que feita de carinho de paz,
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Meu sonho é como que uma casa como que feita de carinho de paz, de vontade, de sabedoria. E fé. Quando dizem não vai dar. coloco ainda mais um tijolinho. Construindo construindo construindo. Esse meu sonho que de tão impossível já parece um castelo. Impossível é onde todos se apegam. Impossível é o que eu quero. Construindo construindo construindo de um sonho não se desiste quando cada tijolinho é pedra como que feita de fé.

Dor crônica. Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno. Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa.
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Dor crônica. Espero o descanso da noite como o bebê faminto pranteia pelo seio materno. Não há descanso no seio da noite, e a minha dor não cessa. Então espero que o sol traga alívio em seus raios quentes. Nasce o sol, e minha dor é maior que ontem. Espero então pela chuva. Espero que a orquestra de gotas tocando a superfície das coisas me deem a distração necessária para não sentir tudo isso. Chove, e a música da chuva não me anestesia o corpo, ao menos tenho a desculpa aceitável de estar sem condições de outra coisa. E a sinfonia necessária para fazer relaxar a decepção da alma. Tenho na chuva o direito comum de dormir. Como se tudo fosse preguiça. Medico-me e durmo. E acordo sem a obrigação de acordar como quem descansou. É dia de chuva. É permitido ser improdutivo. Posso oferecer ao meu corpo tudo o que ele precisa, e que será minimamente suficiente. E isso me torna como todos os outros irmãos meus. Sem culpa, e sem cansaço.