Frase de Gabriel Costa
Oh que saudade tenho em amargura lembro, O único eterno seio que não nega amor Desmoronado e canceroso meu legado de dor; Navego por águas mortas, meu orgulho aumenta no escuro De linho revestido a manga de veste torta Tocar gaita e comer caviar em sossego, Ouço uivos dos cães carniceiros nas noites aflitas Perseguido pelas sombras sem contraste, meu sangue é mais amargo; -Não importa a índole desse sujeito amordaçado, Leila foi envenenada por este whiskey que tomou; a cada pouco, perdeu-lhe esperança, está setenciado! Entre os muros altos e ferros da grade, ajuda o anjo negou! Em extremo pranto e tremor, luz que desgranha Choro na madrugada, mas a única que ainda me amava Por mim sacrificou-se como a pomba revoada Que carregou o julgo no meu lugar, que ao outro lado atravessava A criatura de enormes asas me atormenta Na sua presença, por ódio me consome Da pendurada réu entre a corda, morta inocente, arrependido nada adianta Serena noite em melancolia,navego em mar de lamentos em blames Bebo o tempo todo, para matar o vazio por dentro -Kraron por que não morri?és meu coordeno eterno Está morto é melhor que encontrar algum sentido Preparo o gatilho, e navego pelo desastroso destino
No pensador.ai desde