Frase de marcos fereS
A Coxia Palco vazio. Atores na coxia. Começa a peça, Donde antes não havia. Primeira cena. Na ribalta se exibiam. Atores interpretando. Plateia, aplaudia. Sonhos. Queremos sonhos. E por peça isso acontecia. Fecham-se as cortinas. Todos juntos na coxia. Uma apertava o vestido. Outro, o script relia. abrisse e as cortinas. E no palco subiam. A plateia fascinada. Nenhum barulho faziam. E a peça prosseguia. Quando o cair da lona. Toda berlinda aparecia. Se o que era caixa. Ribalta. Não se sabia. Misturava-se tudo coxia, araras, atores roupas e bijuterias. E o povo nada entendia. Sonhos , precisamos de sonhos. Era o que queriam. E o canastra. Que sempre queria aparecer. Improvisou um texto. Para a peça socorrer. E chamava também a plateia, para o teatro vir fazer. Se subia no palco, tanta gente. Como nunca se viu. Em certo momento? Não sabia. O que era coxia, Caixa, plateia ou rouparia. Todo mundo falando, todo mundo reclamando , todo mundo improvisando. E ninguém mais se ouvia. E da plateia se ouvia. Os sonhos, cadê os sonhos? E pouca coisa de bom se fazia. Fecham-se as cortinas. E os atores saiam. A plateia não via. E teatro esvaziou. Era muita realidade encenar. E repetidos fatos para sonhar. E a peça, divida. Só duas partes encenou. A parte por detrás da coxia. E a parte, onde toda a plateia via. Não entendendo nada. Foram o teatro esvaziando. E o sonhos. Queremos sonhar. O teatro estava fechado, para nova coxia arrumar. Marcos fereS
No pensador.ai desde