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Frase de Ana Stoppa

Varal da Ilusão No longo varal da ilusão Recolho hoje os sonhos Amarelados de pranto Desbotados de encanto Esquecidos sob o sol Da primavera distante. Presos em muitos nós Finos fios de seda fria Projetos outrora vivos Sepultados ao acaso No angustiante ocaso Permeado de descaso. Desfio fios de imagens Revisito paisagens Incrustradas na saudade De o que foi felicidade Recolho as últimas linhas Entre as ervas daninhas. Já não estendo esperança Tampouco velhas cortinas Experimento o amargo Desta dor que desatina Farrapos da solidão No longo varal da ilusão. .

Ana Stoppa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Os poetas viajam, divagam, fantasiam. Vivem intensamente, sofrem compulsivamente, esperam pacientemente e sempre amam exageradamente.