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Frase de Célia Carracha

⁠A cortina é de ferro, é pesada. Muitos se juntam perto dela e poucos são os que se juntam para a levantar, exige força, resiliência, determinação, esforço até á exaustão, mas é apenas uma cortina de ferro, intimidante, velha, presa á terra, imóvel, cujo papel é nos manter presos na nossa mente, como uma guilhotina imaginária pendente sobre as nossas cabeças, o medo. Assim não levantamos a cortina! No dia em que se perca o medo não há guerra. O dia em que se perca o medo a cortina de ferro não é um obstáculo mas um símbolo de vitória, porque se vencerá. Não faz mal sonhar alto. Na verdade, nem faz mal sonhar. Mas na realidade, sonhar tornou-se um luxo. Sou um pássaro que não voa.

Célia Carracha

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Célia Carracha

Promessa para os meus inimigos e para ou outros. Até ao meu último sopro de vida irei lutar; Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
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Promessa para os meus inimigos e para ou outros. Até ao meu último sopro de vida irei lutar; Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto; Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer; Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros; Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar; Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz. De qualquer forma lutarei até ao fim. E neste ano... Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim; E com ela irei esmagar meus inimigos. Aqueles que já comigo se cruzaram, Aqueles que olharam meus olhos doces, Aqueles que ousaram pensar e agir... Não sabendo quem sou mas como se nada fosse, Os mesmos que por vezes me leem aqui, Para verem se sucumbi ou se resisto, E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes, Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo! Mas que bestas Deus colocou na terra! E eu besta me defendo, Escrevam, escrevamos todos, Veremos quem ganha a guerra! Agora que nos conhecemos todos. Célia Carracha.

⁠Só quero um pouco de paz. Só quero menos ruído e mais melodia. Só quero menos agrura e mais doçura. Só quero... É...sonhar não faz mal, pena que se tenha de esconder dada a incompreensão e o receio do que a força do pensamento, da vontade, da persistência, das ideias, da criat…
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⁠Só quero um pouco de paz. Só quero menos ruído e mais melodia. Só quero menos agrura e mais doçura. Só quero... É...sonhar não faz mal, pena que se tenha de esconder dada a incompreensão e o receio do que a força do pensamento, da vontade, da persistência, das ideias, da criatividade, da diferença, incomode tanto. Teremos de voltar a memorizar livros para que a cultura se transmita de geração em geração, para que a história não se esqueça, para que se mantenha alguma da nossa identidade e dignidade, para nos sintamos gente viva e capaz de pensar com alguma liberdade...é que os livros foram queimados,... De uma forma simples e clara, para que não nos convençam de que uma maça é uma laranja, e por aí fora. A liberdade não é garantida, nada é garantido, a luta tem de ser constante e contínua, a atenção te de ser aguçada, os olhos tem de se manter bem abertos e com um olhar atento, os ouvidos precisam escutar e não só ouvir, o silêncio a reflexão e nunca a indiferença. Obrigada aos que não temem a verdade e que a fazem valer apesar dos custos que acarreta!