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Frase de Paulo Brachtvogel

Outono A névoa paira sobre os morros O verde se funde ao cinza, nuanças gradativas, nada linear... As mãos e a boca quente contrastam com o rosto que padece com a brisa gélida... O coração se aquece com as lembranças dos beijos cálidos dela... Na mão, meia taça do seu merlot favorito, Nos pensamentos, o predomínio daqueles olhos castanhos, doces... Pela janela observa os plátanos com suas folhas já amareladas, outras secas avermelhas se desprendem e caem lentamente, dançam num zigue-zague suave até o chão molhado... O ritual é uma despedida, o último espetáculo, o agradecimento pela companhia... Entre um gole e outro de vinho, o consolo, após o inverno rigoroso virá a primavera, e tudo voltará a florir...

Paulo Brachtvogel

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quanto vale a vida? Para a Vale, nada vale... Quanto vale a natureza preservada? Para a Vale, nada vale... O Brasil agoniza mais uma vez em meio ao lamaçal, de mais um CRIME ambiental... Mas para a Vale, nada vale... Prometeram “flexibilizar as leis ambientais”, pois o “empresário não suporta mais”... O que vale a vida? Para alguns e para a Vale, nada vale...

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Meus olhos marejados, claros ofuscados... Ela com sorriso tentador, no semblante leva esperança, de quem muito ainda tem para construir... Amor, paz, prosperidade, amizade são transmitidos de forma serena... Ah, teu olhar doce, castanho, lábios perfeitos... de toque suave, transpira intensidade... cabelos macios, cheiro de desejo e pecado... Como não querer? Como esquecer? Ele bebe mais um gole do seu vinho e olha novamente para o alto, admira as estrelas e a lua deslumbrante e volta a sonhar...