Frase de Giovane Silva Santos
O que eu quero hoje Hoje eu quero que os poetas não durmam. Nas favelas todos se enturmam. Que o silêncio seja confusão. Que os políticos não entendam. O que significa tal manifestação. Os grandes assalariados de greve. A voz do amador que se atreve. Até as estrelas se rebelarem. Junto com as nuvens se esconderem. O sol apresentar se tímido. A noite chuvosa uma prever. As sinaleiras se confundirem. Os cegos armados atirem. Os carros se amontoarem. As janelas se abrirem. O que eu quero hoje é a voz do mudo. Gritando uma poesia valente. A inclusão prepotente. Se é confusão. Solução. Que o mundo sente. E eu, eu no meu cafofo. Com meu terno de nudez. Tentando outra vez. Não ser um poeta do mofo. Gritar para o povo. Paz na guerra outra vez. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde