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Frase de Caliana Matias

Filhos do Brasil Pequenos cantos viram casa.O sol os arrasa e a chuva os desgraça. O cheiro de comida,só os mata, não tomam banho de pirraça, pois tem água na calçada. Seu mau cheiro os escorraça; educação está escassa, pedem dinheiro de palhaçada. Fingem que são invisíveis, alguns cometem crimes, por malícia e outros, por necessidade de vida. São de todos os tamanhos e a maioria de uma cor. Tem uns que conseguem se arrumar na favela e os que não esperam a hora de pegarem uma doença e ver a sua partida certa. A miséria foi sempre sua sina e a rua sempre sua casa.

Caliana Matias

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Caliana Matias

Perda da inocência Menina que senti coisas bobas, que ama como uma trouxa, que chora mares que a banha. Mar que lava sua alma inocente de garota, que de inocente não tem nem os dentes, que crava no corpo estupendo daquele ser demente, que na hora do amor não a tratou como deve,…
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Perda da inocência Menina que senti coisas bobas, que ama como uma trouxa, que chora mares que a banha. Mar que lava sua alma inocente de garota, que de inocente não tem nem os dentes, que crava no corpo estupendo daquele ser demente, que na hora do amor não a tratou como deve, deixando sangue em seus dentes, e marcas em seu corpo que não é mais inocente.

Destino Destinos cruzados, o acaso, quem sabe? Beijo roubado, dado só ele sabe.
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Destino Destinos cruzados, o acaso, quem sabe? Beijo roubado, dado só ele sabe. Amor com química, sem química, tu sabes... Tu queres a mim? A ela? A quem? Tu amas uma, outra, quantas quiser. Tu sabes o que dizes? Não sabes, quem sabe? Tu sentes o que senti? Não senti. Que pena! Não te amo! Amo! Odeio, venero. Te quero, não quero, agora ou só por um tempo

Abandono Pernas no chão, cabelos soltos no ar, coração apertado, mas com muito amor pra te dar, não sei por que se esconde, cadê você? Não sei onde esta. Na rua encontro meu forte, em casa quase morte. Não sei mais o que digo ou o que vejo, não só nos meus sonhos te desejo, nem…
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Abandono Pernas no chão, cabelos soltos no ar, coração apertado, mas com muito amor pra te dar, não sei por que se esconde, cadê você? Não sei onde esta. Na rua encontro meu forte, em casa quase morte. Não sei mais o que digo ou o que vejo, não só nos meus sonhos te desejo, nem com outro mato a fome dos seus beijos. Viciou- me e me deixou, me amou e agora me abandonou.

Retrospectiva Menina sentada, calada, hipnotizada com o passado que vem em sua cabeça. Fica lembrando das inúmeras façanhas cometidas e as muitas deixadas de fazer, em suas conquistas e em suas derrotas, em seus amores e desamores, na infância que há pouco passou e na juventude…
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Retrospectiva Menina sentada, calada, hipnotizada com o passado que vem em sua cabeça. Fica lembrando das inúmeras façanhas cometidas e as muitas deixadas de fazer, em suas conquistas e em suas derrotas, em seus amores e desamores, na infância que há pouco passou e na juventude que está por viver, nas palavras ditas e nas magoas sentidas. Menina que não se arrepende de nada feito e sim dos não feitos. Abortos pretendidos e deixados de lado. Hoje tem 3 filhos que ainda dão muito trabalho. Menina com atitudes imaturas, maduras, sanadas. Cabelo desbotado, corpo gasto, mas bem aproveitado, seus olhos já estão cansados prontos para serem fechados, mas não há tristeza e sim alegria e a sensação de tarefa cumprida. Menina que não é tão nova como gostaria, porém não é tão velha quanto a estrada, por onde passou e ainda passa sua vida. Uma menina que não é tão menininha e sim uma senhora que em sua cadeira de balanço faz a retrospectiva da sua vida.