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Frase de Adriano Soares da Costa

FOME DE AMAR Eu te amo, E te amo tanto e de tantas formas, Que em mim já não mais cabe O tanto que te amo. Amo-te com fome, Com um desejo além de mim mesmo. Amo-te com tamanha intensidade Que já não me sou. E te amo por seres quem és, Sem retoques, sem máscaras. E te quero porque te quero, Sem razão, senão a razão de te amar. És bela, és doce, és mulher. Amo-te por tudo isso. Amo-te porque em ti sou feliz: Em ti me encontro em quem sou. Amo-te ainda mais, Porque se sei que te amo, É porque em ti e em teu corpo Aprendi o sentido da palavra amor.

Adriano Soares da Costa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Adriano Soares da Costa

Não sei por que a vida tem de ser também feita de perdas. Ainda mais quando mutilam. Mas se não matam, elas ensinam e fazem crescer.
ERA PARA SER... Era para ser como o encontro do rio com o mar. A convulsão do encontro antes da calmaria profunda, que é a vocação dos amantes. Era para ser como um sorriso aberto, largo, pleno, do que se deixou encantar pela entrada dos olhos, pelo que se viu esperado e achado…
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ERA PARA SER... Era para ser como o encontro do rio com o mar. A convulsão do encontro antes da calmaria profunda, que é a vocação dos amantes. Era para ser como um sorriso aberto, largo, pleno, do que se deixou encantar pela entrada dos olhos, pelo que se viu esperado e achado entre as esquinas da vida. Era para ser como a estrela primeira a brilhar, quando a tarde começa a dormir e a noite lhe toma o lugar e ilumina o céu com o descortinar das estrelas. Era para ser como um sonho bom, que deleita o sono profundo e faz com que o acordar seja pesaroso e triste. Era para ser como a alegria de um momento que se eterniza em nós, para além do tempo e das vicissitudes da vida. Era para ser... E ao não ser, tanto se perdeu, tanto ficou por ser vivido e feito. E restou o sorriso que não veio, o olhar que não brilhou, a estrela que ficou submissa às nuvens, a alegria que não se viveu. E a vida seguiu assim, como uma nau sem velas, levada pelo fluxo das marés, sem ter sonhos para sonhar e terras novas a descobrir. E veio o tempo... E ao olhar para trás, tudo era apenas a ausência do que não foi. E o viver - esse dom maravilhoso - ficou como um projeto não realizado, um passar de dias sem sentido e sem fé. E tudo era nada, e tudo era desilusão, e tudo era a certeza dos erros das dúvidas e dos medos.