Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
Amor, infusão de almas... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde
Amor, infusão de almas... © Luciano Spagnol Poeta do cerrado
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde
poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados
urucum... alva é a flor oráculo, ouriçado encantado
urucum... alva é a flor oráculo, ouriçado encantado da culinária: - exótico sabor! No cerrado comum purpuro, rubente, vermelho na cor no cacho mais de um... esplendor o URUCUM. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 12/ 2020 – Triângulo Mineiro
VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado
ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado