Pular para o conteúdo

Frase de Gabriel Regis

Tenho o universo em meus olhos, Onde habita mistérios e medos. Sou a desordem procurando à sincronia Uma escuridão em busca de luz A minha vida é uma estrela que queima de forma intensa E do céu noturno essas são às que colapsam primeiro. E o que resta são só fantasmas, a luz que viaja durante anos, iluminando, ou assombrando outras estrelas perdidas. Minha existência de nada vale, mas à Tudo pertence. Meus pensamentos são uma sinfonia triste em uma tarde chuvosa de domingo Sou uma eterna dança, em meu próprio ritmo. E mesmo que meu corpo definhe-se durante a juventude, estarei reunido por todo infinito no amontoado cósmico.

Gabriel Regis

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Gabriel Regis

Corvos Corvos pairam sobre a minha cabeça Eles crocitam, crocitam e crocitam
Continuar lendo

Corvos Corvos pairam sobre a minha cabeça Eles crocitam, crocitam e crocitam Uns altos, outros baixos Mas eu escuto, todos Os mais nutridos pousam sobre a minha cabeça Repousando das suas longas jornadas Das suas constantes disputas Uns não são nada amigáveis Até chegam a me beliscarem Outros são mais ousados tentando fazerem seus ninhos E eu, é claro, os espanto Mas nenhum deles vão embora Exceto um E eu o vejo, como nenhum outro Ele é distinguível mesmo distante E eu também vejo que [...] Eu sou aquele corvo voando para longe

Penumbra Eu vejo flores morrendo enquanto gritam; E mares de sangue fervente decompondo corpos.
Continuar lendo

Penumbra Eu vejo flores morrendo enquanto gritam; E mares de sangue fervente decompondo corpos. Meu bosque exala veneno nocivo, levado pelo vento do norte que retalha a alma. Meu campo de visão está manípulado E as minhas palavras embaralhadas. A água se tornou fogo e o Éden virou Niflheim. O meu Gênio Maligno concentra em destroços, mesmo ao redor tendo bosque e fonte nascente. Alheio ao acaso,vago pela penumbra; Feito um barco de papel no oceano hostil.

Deleitarei-me da fragilidade Dessa insignificante existência. Gozarei dos prazeres mundanos,
Continuar lendo

Deleitarei-me da fragilidade Dessa insignificante existência. Gozarei dos prazeres mundanos, Que trazem à epiderme a sensação de estar vivo. Sigo errante, Oscilando entre uma intensa vontade de viver, E a desistência que me convida diante as dores das cicatrizes Que ardem sempre que me deito a noite. Nada me restou, Além de algumas memórias de épocas distantes. Retratos de faces que rasgam meu peito e me submetem ao gosto amargo da saudade. Tudo faz parte de um grande ciclo Que incliná-se para a destruição. E o brilho de uma supernova me faz crer que o fim têm lá suas magias.

A cura eu busquei à Morte desde os banhos gélidos tarde da noite
Continuar lendo

A cura eu busquei à Morte desde os banhos gélidos tarde da noite aos passeios solitários pelas ruas de Salvador durante a madrugada à procurei, como um enfermo busca a cura eu busquei a minha mas só a encontrarei quando a primeira pá de terra cair sobre meu caixão eu busquei à Morte isolei-me troquei o calor humano por páginas frias de livros abracei as sombras como um órfão abraça seu único irmão mais velho eu busquei à Morte pois viver me pareceu mais doloroso e triste