Frase de Maria Fernanda Moura de Quadros
A felicidade não tem limites! Quem tem limites é a mente!
Maria Fernanda Moura de Quadros
No pensador.ai desde
A felicidade não tem limites! Quem tem limites é a mente!
Maria Fernanda Moura de Quadros
No pensador.ai desde
"Hoje sou forte na minha fraqueza. Sou veloz na minha lenta marcha. Sou febril por dentro da fria face.
"Hoje sou forte na minha fraqueza. Sou veloz na minha lenta marcha. Sou febril por dentro da fria face. Hoje sou a paciencia ansiosa de quem já espera a muito. Sou passional nas equações exatas da vida. Sou ignorante em buscar o saber. Sou só e ainda assim muito bem acompanhada"
Muitas vezes é preciso ser criança! Por que só as crianças sabem viver pequenos momentos com extrema paixão! E o que é a vida se não pequenos momentos vividos com paixão?
As vezes sinto saudades de coisas e pessoas, mas nunca sinto falta de você. É estranho como num segundo aquilo que costumava ser seu mundo passa a ser a sua pior lembrança
R.I.P Não alimente a fé e a esperança. A beleza de hoje é a dor de amanham.
R.I.P Não alimente a fé e a esperança. A beleza de hoje é a dor de amanham. Não acredite no seu coração ele não sabe de nada. Aquele em quem mais confia o dono do seu afeto e do seu carinho não vai esitar em te magoar quando algo de melhor atrair sua atenção! Não importa quanto voce lute o quanto seja bom e o quanto queira bem, a dor vem ela sempre vem e varre tudo oque um dia foi sonho. So resta o pesadelo diario da solidão implacavel que vem chega e invade te inunda te arromba arranca e machuca, despedaça sem dó oque era sentimento puro. Jamais pede perdão e te acusa de culpado de burro te deixando mais uma vez com o vazio sangrento doque um dia foi coração. Como um buraco negro que vem dragando tudo a sua volta, vai-se o sorriso, vai-se a fé a esprança a alegria a dor a agonia e te deixa como ser apatico e dopado de nada. Pois a ti não resta nada nem a dor para consolar. Os meses minutos horas dias anos tudo passa desapercebido os rostos os sons os caminhos esta tao anestesiado que já não ve nada nem ninguem. É a tristeza dos que amam e acreditam, é a dor dos que curam e acariciam, o fim dos que um dia foram começo. E não tem nada que se possa fazer. Por isso me proponho desde ja a abolir de mim o verbo amar em todas as suas conjugações passados e preteritos pois não ha futuro perfeito que dira um imperfeito. Me nego a voltar a conjulgar esse verbo e ou defender seus sinonimos de significado. Encero por fim minhas lagrimas, ja não me servem de nada. Me desfaço oficialmente de todos os meus sentimentos, não quero peso morto durante minha caminhada e para onde eu vou de nada me serviriam. E pra onde eu vou? Vou ao fundo da minha alma a direta na curva final do meu amago onde pequeno se esconde meu ego. Surrado e castigado. Meu dever agora é buscar a cura para todas as enormes feridas e infecçoes que um sentimento morto e cancerigeno me causou. Descance em paz meu doce amor, e contigo tudo oque ha de bom em mim. Já não ha mais motivos para acreditar. Viver agora é apenas uma condição imposta.