Frase de Matheus Rodrigues da Silva
Há de transcender a culpa, há de transcender a reposabilidade. Há de sempre jogar no outro, para Deus, para o futuro, para o que for, os nossos erros, as escolhas, as nossas ideias. Vivemos criando o ideal e negligenciando o aqui e o agora. O ideal do que deve ser, do que devemos ser, e negamos o que somos. Somos o que somos, e nos mudamos a cada segundo, a cada suspiro há de surgir um novo ser. Pois no agora já não há o mesmo do que já foi um dia.
No pensador.ai desde