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Frase de Ariane de Moura

⁠Quando um vaso se quebra Cavando uma saída sem fim Doi quando eu respiro Meu coração sangra E meus olhos se molham São duas linhas distintas, em caminhos separados Não importa quantas vezes eu chore Sera minhas mãos a enxugar meu próprio rosto. Como explicar tanta dor Como te fazer viver e sentir Escrevendo as aqui Como te mostrar aquela pontada? Seguida de falta de ar Junto a engasgo de melancolia Como dizer escrevendo , sinto , Eu sinto , sinto se partirem Como ossos secos Jorram como sangue de uma artéria Como cinzas quentes De uma árvore em chamas

Ariane de Moura

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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"⁠Refletida " Minha pele e corpo Reporta o espelho de mim
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"⁠Refletida " Minha pele e corpo Reporta o espelho de mim Nem o mais profundo dos oceanos Poderiam explicar o que minha alma grita Você pode ouvir Você consegui ouvir O grito da sua alma Você consegue entender o que está pedindo Com o passar do tempo Eu entendi , percebi Que nada que façamos Saciara o ego de uma alma atormentada Você pode ouvir , Consegui ouvir os suspiros Os gemidos Se sim olha pra se Enquanto ela grita "Socorro, socorro"

⁠⁠"Adeus " Eu vou me lembrar Vou me lembrar da dor
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⁠⁠"Adeus " Eu vou me lembrar Vou me lembrar da dor Das noites inteiras de choro Da sensação de agonia Da espera incessante Que nunca acabava Do meu coração sangrar Sem saber o porque Da minha pele fria Da perda da falta de apetite Da dor , da minha própria companhia Do pânico , da falta constante Do assoprar do vento congelando as lágrimas do meu rosto Em todo caso Eu sempre vou me lembrar.

Não sou só um poeta Do que morreria um poeta Bêbado , solitário , vagante
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Não sou só um poeta Do que morreria um poeta Bêbado , solitário , vagante Abandonado , descrente De amigos e parentes Eu digo que não Um poeta morreria Se as palavras lhe faltasse Se a beleza da dança entre elas Parassem de existir Se o encaixe perfeito Não rompesse mais a barreira sagaz Se na pele do poetante Não houvesse mais melancolia Para matar um poeta Não basta só corta-lhe a língua Tem que arrancar-te as palavras Matando seu coração, e mesmo assim Com o coração morto O que ele poetiza Irá ecoar .

"Coração de gelo" Em dias quentes De amores gelados
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"Coração de gelo" Em dias quentes De amores gelados Eu bebo vinho⁠ E me embriago Em beijos mornos E bocas superficiais Eu perdi o equilíbrio Quem fez a maldita regra de gelo Que locura é essa que vivem E brindam com tanto fervor Longe de mim participar desse devaneio Longe de mim Me entregar há abutres sem amor .