Frase de Ricardo Melo .
Lapidando a poesia. Tentando lapidar a poesia... Risquei com remo as águas da vida... Deixei os ventos me levar sem interrupção... A voz calada continuou.... Mas rasgou e falou alto dentro de mim... Fecundei letras onde o solo nunca foi fértil... O coração falou alto... A alma mergulhou por anos no mar profundo... Borboletas voavam sobre o calor escaldante da lapidação.... Evitei passar pelos labirintos escuros.. De estopa molhada... Incendiei a lamparina do meu olhar... O Poeta que hoje se faz presente... Com a máquina do tempo elabora versos e fábrica poesias... Usando as asas... As inspirações emergem e são arquitetadas... Muitas delas vem com a prova do fogo... Arde como brasas vivas... Derrete com larvas de um vulcão... Na erupção.... Cai sobre o mar gelado nas ilhas do Pacífico... No salgar do alfabeto... Algas fazem parte dessa fecundação... Os golfinhos salteam de alegria... E no sacudir das ondas... Tsunamis adocicam minha imaginação... Na grafia... Escritas sem tintas tento-as colorir.... Deixando no ponto exato... A leitura no quadro da maquinação... Molduras e flores enfeitadas junto a luz... Permitindo á cada leitor(a).... Uma transmissão de paz em cada olhar... Autor Ricardo Melo... O Poeta que Voa.
No pensador.ai desde