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Frase de Lia Barone

Nada é por acaso Nada é por acaso. Minha crença nessa afirmação se intensifica, toda vez que dedico tempo e me comprometo em avaliar, de forma honesta, minha jornada. Nesses dias, absorvo meus acertos, perdoo meus erros e reconheço a necessidade de transformar todo o aprendizado em ação. Nesses dias consigo visualizar e propor as mudanças que desejo para minha evolução. É nesses dias também que agradeço. Não com clichês ou palavras vãs, dessas que se perdem ao vento, mas sim com o coração. Agradeço a força que encontro na fé que tenho em Deus. Agradeço e celebro a vida e a oportunidade de ver, sentir e apreciar todo o espetáculo do mundo em que vivo. Agradeço a consciência da existência de cores e luzes onde encontro abrigo, alívio e esperança quando as dores me atingem. Agradeço às pessoas que estão sempre comigo, me direcionando e acrescentando “por quês” positivos para avançar. E as que não estão também, por se manterem longe e assim não poderem atrapalhar meu caminho. Agradeço aos que disseram: “Você não pode fazer isso” por despertarem o desejo de testar e consolidar minha capacidade, pois toda vez que contrario essa afirmação, compreendo que as limitações pertencem a eles, não a mim. Agradeço aos “nãos” que abriram o leque das mil e uma possibilidades, e aos “sins” que me envolveram nos momentos que mais precisei. Agradeço por ser quem sou, com todas as qualidades, defeitos, sonhos e essa vontade enorme de ser apenas um ser humano melhor.

Lia Barone

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Alma Quando não se conhecia, estranhava. O silêncio era tão carregado de palavras que causava espanto Ninguém as escutava Gritava o tempo todo. Me olhe Gritava o tempo todo. Fale comigo Tinha medo o tempo todo de estar ali e não ser dali. Estava sempre impulsionada à uma direção que não constava dos mapas. Por quê sentia tanto? Por quê não podia ouvir o que seu coração tanto chamava? Via tudo e guardava os detalhes. Conhecia os segundos, as horas e tinha enfileirados todos os dias na memória. Classificava as pessoas em cores para poder distingui-las e por elas sentia em cores também. Elas não a viam, era invisível. Tinha a totalidade dos sentidos. Tocava no amor mas não o segurava. Mergulhava tão fundo em si que se afogava…