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Frase de Tiago Amaral

Anti-Matrix A própria sociedade torna o indivíduo inteligente a ser antissocial ou anti-matrix. Perdendo o total interesse em algum tipo de relação social. Em um mundo frio por não ter alma. Falta de interesse nas pessoais e no modo de vida social, mas mantendo empatia por todos. Grandes homens foram quase sempre grandes solitários. Grandes lobos solitários. Do lado de um grande homem teve sempre a crescente e grande solidão. O olho do puma no alto da montanha. As asas do falcão no celeste azul do céu. Espero a sim o meu sonho final de ter uma vida tranquila em algum país que não seja o meu. E que me possibilita a viver em total liberdade e paz. Que só a natureza pode oferecer. Mesmo que eu não tenha a dona do coração que bate em meu peito. Quero por fim uma espécie de solidão eremítica na natureza. Um selvagem extremista a viver na natureza de forma natural. Vivendo na sua forma mais natural de se viver... viver em plena natureza. Um viajante solitário e extremista aventureiro. Minha ambição sempre foi o mundo. Mas vou lembrar para sempre daqueles olhos... vou lembrar para sempre daqueles lindos olhos como se fosse ontem.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.