Frase de Bruno M. Tôp
Já fazia alguns dias, Desde o ultimo sorriso de alegria, Do pobre espantalho de alma apaixonada, Pela doce bailarina na estante aprisionada. Não estava prestando atenção em nada, Tanto que seguiu em frente... E de repente, Se viu numa loja de presentes... Um ser em especial chamou sua atenção, Um sapo de pelúcia segurando um coração. Se ele possuisse um em suas mãos, Talvez conseguisse libertar a bailarina de sua prisão. 'Ei senhor sapo elegante... Poderia ajudar um tolo amante? Desde que o vi na minha frente Quis fazer uma pergunta pertinente' 'Ao me chamar de sapo tirasse a minha elegância, Sou Tico, um conselheiro para a infância, E um amigo para a maturidade, Mas fale espantalho, em que posso te ajudar de verdade?' 'Bem é que percebi que estais a segurar um coração... Será que não poderias dá-lo pra um necessitado irmão, Que anseia em salvar de uma prisão, O que chamam da vida a razão' 'Não sei qual o seu problema, Mas vou te ajudar com esse dilema, Não é de um coração que você precisa, É de uma chave dourada e lisa. Ela será a solução, E não esse falso coração, Mas ei, eu tenho uma condição, Peço que me leve na sua missão' O Espantalho não entendeu direito, O que quis dizer o astuto sapo faladeiro, Mas achou ser mais direito, Seguir em sua jornada com um companheiro. Mas será que nele poderia confiar? Será que a tal chave ele iria achar? E o mais importante: Será que ele e a bailarina seriam de fato eternos amantes?
No pensador.ai desde