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Frase de Fábio Silva

“[A morte como uma espécie de vida] Todas as existências servem de complemento à "VERDADEIRA" existência que são os homens. A vida racional é a coroa de glória da qual se adornam as outras existências. Dor, tristeza, angústia, desprezo, inveja, menosprezo, SOBERBA, glutonaria, luxúria, são uma espécie também de vida, porque acompanham a própria vida! O mal é uma espécie de vida porque não existiria o mal, sem o bem e, bem é VIDA! Todas estas existências inanimadas, se alimentam do ânimo - vida; a sugam e de certa forma, passam a serem existências com VIDA porque dependem da própria vida para existirem! Tragédia, doença, loucura e etc... fazem parte da vida. Suprima-se a vida, e estas existências também serão suprimidas! Pois se a vida existe, NECESSARIAMENTE estas existem; DEVEM por lei natural, acompanhá-la. Como a uma noiva ( a vida) que se adorna e tem suas acompanhantes nupciais que a ACOMPANHAM e carregam as suas flores. O que dizer da morte!!? A morte jamais poderá se converter em vida porque se assim pudesse algum dia ser, esta seria descaracterizada de sua EXCLUSIVA função. MORTE É MORTE. Todavia, a MORTE só pode EXISTIR por causa da vida! E se a morte é uma existência, como mais um elemento dos que alistei acima, que existe necessariamente à vida, logo, até a morte seria, por assim dizer, UMA ESPÉCIE DE VIDA. Portanto: dor, inveja, miséria, frustração, angústia, ciúme, emulações, TRAIÇÃO, cobiça, desprezo por inveja, TENTATIVA ainda que FRACASSADA de ignorar alguém ou alguma coisa por extrema raiva de seu sucesso ou inveja ardente, MORTE. São existências que passaram a ter VIDA quando a gloriosa VIDA surgiu! Viva a VIDA! 03.11.2015 12:44 h”

Fábio Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Do discurso do orador. Existem obras escritas cujo conteúdo, assemelha-se muito a um discurso de um polido orador. O livro representa o orador. O conteúdo escrito, representa seu discurso. E o leitor, a plateia a quem se dirige o discurso. É com acertado brilhantismo que disse o Poeta: "a minha língua é como a pena de um habilidoso escritor". 🦉

⁠A Matemática e a Física, são, digamos, ramos teóricos reconhecidamente Científicos e extremamente racionais, sem os quais, seria impossível estudar as leis Astronômicas que regem o Universo. Portanto, os estudos desse fenomenal efeito - a Natureza -, só são possíveis através do…
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⁠A Matemática e a Física, são, digamos, ramos teóricos reconhecidamente Científicos e extremamente racionais, sem os quais, seria impossível estudar as leis Astronômicas que regem o Universo. Portanto, os estudos desse fenomenal efeito - a Natureza -, só são possíveis através do uso estrênuo da razão. Todavia, se por detrás de todo esse extraordinário fenômeno natural e assombrosamente organizado, não houve uma Razão na coordenação de tudo, como que se deverá fazer uso da inteligência para estudar efeitos de uma causa meramente irracional, cega, aleatória e espontânea? Se a causa fosse irracional, não haveria a necessidade de se fazer uso da devida inteligência, para se estudar seus efeitos. Em outras palavras: tentar fazer crer que não houve nenhuma Grande e fantástica Inteligência como causa de TUDO, cujos efeitos de tal CAUSA, necessariamente, precisam do uso estrênuo da razão, é, no mínimo, uma perfeita PIADA!!! 🦉