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Frase de Rosahyarah Alves

⁠Entre o Riso e o Silêncio Dizem que sou feito de risos soltos,de palavras que dançam sem medo,de uma leveza que não se aprende, de uma luz ímpar. "Você tem um brilho no olhar", repetem, sem notar, o quanto arde, às vezes, esse brilho. Eu me identifico com o Chapeleiro maluco, louco aos olhos do mundo, mas lúcido demais por dentro. Veem loucura no meu sorriso,mas não enxergam a tristeza nos meus olhos. E talvez nem queiram ver. Carrego o riso como escudo,a piada como armadura, o exagero como alívio. Porque mostrar a dor assusta, e calar é mais fácil do que explicar esse nó que a alma não desata. Dentro de mim mora um vendaval, mas por fora... só o vento suave. Sou tempestade em corpo de primavera torta. E mesmo assim sigo,entre gargalhadas e silêncios, dançando com minhas sombras, abraçando minhas fendas, sendo loucura e lucidez, tudo ao mesmo tempo.

Rosahyarah Alves

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rosahyarah Alves

⁠Em meu jardim. Se cada flor tem seu tempo eu aceito florescer no apropriado momento. Rego meu jardim com lágrimas, meu sorriso muitas vezes nutri as flores da minha vida tal qual os raios solares nutrem uma flor , espero que meu solo( mente e alma) voltem a ser férteis, que as…
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⁠Em meu jardim. Se cada flor tem seu tempo eu aceito florescer no apropriado momento. Rego meu jardim com lágrimas, meu sorriso muitas vezes nutri as flores da minha vida tal qual os raios solares nutrem uma flor , espero que meu solo( mente e alma) voltem a ser férteis, que as folhas e galhos secos e as ervas daninhas( algumas pessoas) sejam retiradas . Que no jardim da minha vida, eu possa florescer, que meu pólen ( palavras) possa ser espalhado para nutrir a alma de muitas "abelhas".

⁠Muitas vezes, o pensamento se torna o maior adversário. Ele cria cenários que nunca existiram, revira velhas feridas e nos prende em um ciclo de dúvidas e medos. O que poderia ser simples, ele complica; o que já passou, ele revive. E assim, no silêncio da mente, travamos batalha…
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⁠Muitas vezes, o pensamento se torna o maior adversário. Ele cria cenários que nunca existiram, revira velhas feridas e nos prende em um ciclo de dúvidas e medos. O que poderia ser simples, ele complica; o que já passou, ele revive. E assim, no silêncio da mente, travamos batalhas invisíveis contra nós mesmos, esquecendo que, às vezes, tudo o que precisamos é de paz interior para silenciar essa voz interna que nos inquieta.

⁠Loucura seria se eu não me ouvisse, se não escutasse a voz tempestuosa do meu próprio ser, no silêncio das minhas inquietações e nos gritos das minhas certezas; Loucura seria se eu não me permitisse,
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⁠Loucura seria se eu não me ouvisse, se não escutasse a voz tempestuosa do meu próprio ser, no silêncio das minhas inquietações e nos gritos das minhas certezas; Loucura seria se eu não me permitisse, sentir cada pulsar do meu coração, dançar ao ritmo dos meus sonhos/ideais e desalinhar meus passos ao som das minhas paixões; Loucura seria se eu não me seguisse, pelos caminhos que eu mesmo traço, pela estrada que se faz no instante em que decido viver a minha verdade e que Deus impõe que eu viva; Loucura seria se eu não me amasse, com a intensidade de um pôr do sol, abraçando minhas imperfeições, celebrando minhas singularidades, mesmo não sendo compreendida e julgada negativamente pela maioria que não aceita minhas decisões; Loucura seria se eu não me fosse, se não me permitisse ser tudo o que sou, em cada suspiro, em cada escolha, em cada recomeço.