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Frase de Andria Thalia

Coração terra de ninguém Eu nunca entendi a necessidade de conquistar tudo, Foi preciso conquistar a lua? É preciso pisar no coração alheio? É preciso? Eu ando confuso, com a precisão do mundo. Parece mais um absurdo, O coração de alguém é terra de ninguém, Terra que ninguém se pisa. Eu preciso lembrar o mundo, que em cada corpo bate um órgão chamado coração? Eu ando me perguntando, sobre estar confuso ou sobre essa confusão de marcar o coração. De uns tempos para cá, essa desordem atordoou o meu coração, às vezes é difícil dormir, eu fico questionando a existência da motivação. O que faz as pessoas quererem sem querer, dominar uma terra que não é de ter para si, e sim em si. Não é de se caminhar, Não é de ninguém, Que essa não foi feita pra pisar. Eu estou falando, que ela foi feita para cultivar. Parece que é fácil para mim falar, que vai ficar tudo bem, que a terra vai se regenerar e se reconstituir. Afinal, disso o tempo vai cuidar, é como se assimila, o remédio que todo coração precisa, tempo para se consertar e novamente arriscar-se. Como ele é bobo, erra com si mesmo, erra sabendo que pode se trincar, erra sabendo que pode espedaçar outros. O coração é bobo, o que você escolhe guiar-se a fazer não é bobice, talvez estejamos falando de burrice, mal que a atualidade aparenta imitar. Enquanto isso, eu permaneço aqui criando teses sobre que: Nosso coração seja independente, ele gosta de se aventurar, de morar e ser morada, a procura de por onde se instalar. Não é guiado a voz, é movido a intuição, ao que o faz pulsar, acelerar, ao que acalma e incendeia ao mesmo tempo. Ele está em busca de se abrigar. Costumo dizer que é como abraçar, alguns “abraçam por amor, outros para se aquecerem do frio”. Pelo que você costuma abraçar, já se perguntou? Então, se abrigar pode ser por pouco ou muito tempo, quem sabe para sempre. Eu sei que somos confusos, às vezes cegos e surdos. No entanto, essa terra que vive em mim é a força misturada com a paciência, não importa o quanto se rompa o tempo a juntará e tudo aqui dentro vai se consertar, o quanto for necessário. Eu não ando confuso sobre meu coração, eu sei que ele vai ficar bem, e até lá, ele vai se aventurar porque eu sou assim. Costumo me preocupar por onde vou passar, sem marcar, eu gosto de construir lembrança. Sempre falo que a semente é o melhor bem que alguém vai cultivar. Então eu volto a me perguntar, é preciso semear a desordem alheia? É preciso conquistar o mundo a sua volta pra saber que é “seu”. Tudo que é seu faz parte de ser seu. Há coisas que existem, se compram e outra se obtém como o remédio, chamado o tempo. Não confunda conquista com compra, Não misture concreto com reciprocidade, Essa é uma diferença de está confuso com não dormir ou amar. Mantenha sua sanidade mental, antes de adoecer novamente, a si e aos supostos corpos que existem e vivem por ai. Às vezes da vontade de ficar, porém é só vontade. E existem pessoas que tem vontade de ficar, mas de ficar pra sempre. Eita, grande confusão mental. Alguém me entende?

Andria Thalia

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andria Thalia

Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo…
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Exatidão ou solidão No momento próprio, para alguma coisa, a permanência do tempo é uma estação. Às vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo sobre a ausência que se situa no tempo. O assentimento é como um pedido de confirmação, a agitação violenta da atmosfera não balança mais meu coração. O verde ainda habita em seus olhos, penso que a incógnita é se ainda floresce em meu coração, ela costumava a ser como um jardim de inverno, que eu envidraçava e enchia de luz. Aos poucos ela foi perdendo o brilho, o movimento ou a ação, foi afrouxando e cessando de viver, finar-se, o temporal era um mar intenso, marítimo sofrimento profundo, desaparecendo de mim. Já não era quente, nem morna... Era o tempo com você. A pigmentação desaparecia em seu rosto. Eu queria cor, mas dava tempo ao tempo que a levou. Errei, acalmei, aceitei, esfrie, guardei, um pouco do que amei, e se amei. Ela desaparece em mim. Ah tempo que eu lembro, da impressão que a luz refletida em seus olhos dilatados, pelo seu corpo colorido, tom rosado de pele humana, era a expressividade de linguagem, realce e tom, feição coração profundo coral ornamental, vistosa flor era ela. E o vento, tempo ela levou com si. E eu aprendo a viver sem ti. Impassível de paixão, só um calor comunicativo. Foi à intermediação de uma grande paixão. A quem diga que foi uma grandeza de amor.

Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando d…
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Espiral O que ser, quando descobrir na vastidão de diversas dimensões, que as estrelas correram atrás de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelações espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando descobrir que o universo descansa em ti e as auroras colorem tua alma e mandam cartas em espiral, e um ser recebe cata-ventos no fim do começo, o azul é o início de infinitos tons, tentado acertar o amor que as estrelas costumavam a dançar. Então eu surgi no tempo, e o universo é uma xícara de café, praticamente composta com a mesma posição relativa na esfera celeste, com uns meteoritos doces dando a impressão de cair e as nebulosas pro que eu esqueci, quando vi o universo através de ti. E o que já era tempo? Eu me perdi, no espaço-tempo em ti. O que ser, quando se perde no espaço das estrelas e das galáxias... O que ser, quando se perde na sucessão dos anos, dos dias, das horas [...] das estações... Em ti.

Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por…
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Talvez Aos poucos eu me apaixono por um desconhecido, que clama pela esperança, que alimenta-se de energia, que sorrir com a natureza da alma. Ah, eu gostaria de sorrir quando o vejo, porém algo fica inibido, não é dentro de mim é da falta do que existe e ainda não sabemos. Por alguma razão nossos caminhos colidiram algumas vezes na vastidão colorida e composta por melodia, costumo dizer que desenhada à mão. Eu não sei quando, e enquanto isso eu ando vagando pela noite cantando, dançando, sorrindo, gritando, flutuando, em algum lugar ele pode me ouvir, e talvez perceba que o sorriso acontece dentro de mim. Então eu continuo a cantar e mais um pouco de criação eu estarei a imaginar, e lá você pode me escutar. Eu costumava a ser mais seria, e você passou e me distraiu, as madrugadas passaram a ser meu maior defensor. Durante o tempo em que eu situava, algumas flores deixei em varias mãos carregadas de sorriso, perfumadas com um cadinho de paz. Caminho, cantando, observando o céu carregado de tons azuis, cor de mar, cor imensidão, grande vastidão é o coração. Eu costumava a ser mais seria, até você chegar e me distrair sem reparar, seria bom você acreditar que existe paz em algum lugar, então faria sentido eu te olhar e sorrir sem esperar. Eu costumava a ser mais... Até você chegar. E algo vai mudar alguma coisa já mudou e continuará a metamorfose não deve parar. E eu, estarei pela noite a cantar, eu também costumava a lembrar... Eu costumo acreditar que o tempo é um cadinho da esperança que habita lá e cá. Seja no ponto azul terra/mar ou na estrela vermelha que costuma a palpitar. Talvez... O Tempo só seja a nossa indagação.

Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou espera…
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Estou indo Às vezes eu esqueço, que o caminho que eu fiz, eu nele nunca vou voltar. Para frente, em frente, sempre em frente... Para lua eu vou contar que eu cansei, então eu vou me perguntar, sobre os caminhos à frente e dizer, eu cansei de querer voltar. Por isso eu vou esperar ou nem vou, só não vou voltar nem uma outra vez. Eu ei de caminhar, e encontrar o impaciente do sol que estar a me esperar. Eu estou indo...