Frase de Larissa Bittencourt
No tocante à minha poesia, Eu falo do que me toca E também do que não me toca Falo da ausência, da solidão, do que me deixa vazia Também gosto de tocar a poesia nas cordas de um singelo violão Por mais que, na maioria das vezes, elas não toquem o mais profundo de alguém Eu retoco a maquiagem, Para que não transpareça tanto a pobreza do meu ser e a miséria do meu coração Ao toque de recolher, Vou me deitar em meu leito de sono profundo Não consigo dormir, porque me toco que as coisas estão me tocando cada vez menos. Nada me toca mais como antes. Tanta falta faz o arrepio na pele quanto na alma.
No pensador.ai desde