Pular para o conteúdo

Frase de Hugo Cavalcante

Talvez o banheiro de minha casa seja meu esconderijo secreto onde posso chorar sem que ninguém me incomode, talvez seja meu quarto no meio da madrugada onde posso escrever em meu caderno todas as dores e felicidades que vivi em meu dia-a-dia ou talvez seja na janela onde posso admirar a lua. Talvez toda essa tristeza um dia se amenize com o passar do tempo e a dor da perda se cicatrize. Talvez algum dia eu possa saber o que se é sorrir com vontade e dar gargalhadas sem se quer ouvir uma piada ou talvez, eu construa a minha própria felicidade. Talvez amanhã seja tarde demais para viver o que eu deveria ter vivido hoje ou tarde demais para demonstrar o quanto amo as pessoas que permanecem em minha vida mesmo depois de tantos anos. Talvez a felicidade esteja querendo entrar em minha casa e eu não esteja percebendo ou talvez a angustia e o medo de não conseguir um futuro esteja em minha moradia até eu aprender o que se é viver de verdade. Talvez eu vença a batalha ou talvez eu a perca, talvez eu me afunde na minha própria solidão ou talvez eu consiga dar a volta por cima. Talvez, esse é o problema, o tal “talvez”.

Hugo Cavalcante

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Hugo Cavalcante

Mas, convenhamos. Coração apaixonado é coração burro. Ingênuo, para falar a verdade. Que mesmo apanhando incessantemente, continua com seus batimentos típicos. Ou, então, atípicos, numa arritmia curiosa e involuntária, com sonoridade significante e semelhante a um pedido de socor…
Continuar lendo

Mas, convenhamos. Coração apaixonado é coração burro. Ingênuo, para falar a verdade. Que mesmo apanhando incessantemente, continua com seus batimentos típicos. Ou, então, atípicos, numa arritmia curiosa e involuntária, com sonoridade significante e semelhante a um pedido de socorro. Implorando por misericórdia a cada batida. E a cada batida, mais ele sangra. Não um sangramento normal para manter o ritmo de circulação de sangue em meu corpo. Ele sangra de tanto doer. Acredito ser a maneira que ele tem de chorar.

Você está me causando repugnância. Não era isso que eu esperava de você quando te conheci, ou melhor dizendo, você cresceu e se tornou um domador de palavras ferinas, usando contra mim. Pergunto-me sempre o que eu fiz com você? Sempre te tratei diferente de todos eles, com mais a…
Continuar lendo

Você está me causando repugnância. Não era isso que eu esperava de você quando te conheci, ou melhor dizendo, você cresceu e se tornou um domador de palavras ferinas, usando contra mim. Pergunto-me sempre o que eu fiz com você? Sempre te tratei diferente de todos eles, com mais amor, carinho, sempre estive ali estendendo a minha mão pequena para você. Eu sou isso que você ver, sou bobo, carinhoso, dou amor, me preocupo demais e não adianta você querer fazer mudar-me por que não vai conseguir. Estou cansado de ser apedrejado por você, nunca me compreende. Eu sinto muito se você não gosta do meu jeito delicado de ser com você, talvez, você só vai dar a valor a alguém quando você ficar sozinho nesse mundo nojento. Se eu estou sendo um empecilho na sua vida, vá embora, deixe-me, porque eu não consigo me afastar de você por mais que essa seja a única saída, mas eu não consigo, o meu sentimento por você é muito mais ilimitado da vontade que eu tenho de me afastar. Talvez seja só na hora da raiva apenas. Você disse que precisava de mim, que me amava. Mas quem ama não arranca lágrimas, não faz sentir ser menos importante, não briga e nem apedreja palavras para machucar. E quer saber, você está certo, eu sou um doido alucinado por criar uma miragem sua e querer está certo que tudo num passou de um mal entendido.

Lá fora só se ouve o vento. Ele deve ter vindo para me consolar. Tremendo calor de verão e ainda não chegou nem a primavera. Contraste curioso entre o clima e o meu coração no momento. Um quente e o outro congelando gradualmente. Sensação estranha, melancolia adversa. Esse nó na…
Continuar lendo

Lá fora só se ouve o vento. Ele deve ter vindo para me consolar. Tremendo calor de verão e ainda não chegou nem a primavera. Contraste curioso entre o clima e o meu coração no momento. Um quente e o outro congelando gradualmente. Sensação estranha, melancolia adversa. Esse nó na garganta está me sufocando, dando a impressão de que quanto mais eu tento desatá-lo, mais espesso ele fica. Abro a janela, enquanto sinto meu coração se quebrando, batendo lentamente. Sinto aquela brisa gelada que vem em direção ao meu corpo. E eu luto… Literalmente eu luto contra essa vontade desesperador de chorar. Luto para não deixar as lágrimas quentes e salgadas transbordarem dos meus olhos e molharem toda a minha face. Mantenho meus olhos fechados, me focando na escuridão por detrás das minhas pálpebras. Escuridão. É isso o que eu vejo. É isso o que sinto. Escuridão, essa, que me rodeia e me abraça.

Às vezes pensamos que o surgimento de um novo alguém em nossas vidas é para o nosso próprio bem. Muitas vezes acreditamos que é aquele alguém que tanto almejamos. Que nos cuidará quando mais precisarmos, e quando não precisarmos também - apenas pelo puro prazer de querer ver bem.…
Continuar lendo

Às vezes pensamos que o surgimento de um novo alguém em nossas vidas é para o nosso próprio bem. Muitas vezes acreditamos que é aquele alguém que tanto almejamos. Que nos cuidará quando mais precisarmos, e quando não precisarmos também - apenas pelo puro prazer de querer ver bem. Que nos amará nos momentos felizes e nos tristes, principalmente. Que coagulará até mesmo as feridas mais internas existentes em nossos corações. Que nos renovará. Que nos fará evoluir.