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Frase de Erika Gasbarro

Me aflorou o coração Seguro o beijo que me deu Sinto o abraço que me protegeu Solto às suas mãos, porque me perdeu Atravesso tristemente à um branco nevoeiro denso Almejo perdidamente fortes razões e um doce luar intenso Articulando os nossos segredos, porque houve amor e contra-senso No meu limite há um alguém perdido, sem vida e és metáfora da ilusão Aos prantos me deixaste e a eloquência compulsiva me aflorou o coração.

Erika Gasbarro

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Pensador.com

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Outras frases de Erika Gasbarro

Vivos e mortos... Mortos e vivos Um dia todos ao pó, estaremos. A realidade na vida é única e verdadeira.
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Vivos e mortos... Mortos e vivos Um dia todos ao pó, estaremos. A realidade na vida é única e verdadeira. Viva o seu tempo em tempo real. Não deixe para realizar a sua vida em bases insólitas. A anormalidade de sensatez é inerente e algo tolo. Nem sempre estarás em algo que seja bom ou certo. A humanidade é uma fábrica de ilusões caóticas... Ela conduz à todos, em estar ao comando e subordinados à mentiras. Iludir é fácil e acreditar, somente depende de você. A ilusão de céu e inferno não são reais, e ninguém jamais conseguiu provar. Limites são necessários, mas a liberdade é única e somente sua. Buscamos o que não temos, por simples vaidade e cruel ambição. Amplie os seus horizontes. Mova todas as montanhas. Equilibre o seu eixo da razão e do respeito. Junte toda a gana em viver e viva. Nunca imagine que não mais viverás. É real, porém nada disto lhe trará, o viver. A ciência da razão, é acreditar em sí. A essência da harmonia, é o respeitar. A brutalidade dos fatos, é acreditar em fábulas. A imaginação perfeita, é inspirada na infância. A maturidade ideal, é aquela qual lhe faz somar e construir. A inteligência da vida, é jamais desistir. Amanhã, não sei... Ontem, já passou... Hoje, estou viva. Os judeus deixam pedras nos tumulos. As flores, são belas e coloridas... Quem de fato verás? Vemos tudo, enquanto estamos vivos. Morto não mais verás. Então, não sujem os cemitérios com velas e flores. Deixem as pedras pesadas, para a consciência do fez ou não fez. Pedras são pesadas em demasiado e somam apenas as nossas atitudes. "As pedras do meu caminho vão me fortalecer" Isto é, piada de mal gosto e puro sadismo. Um bom entendedor... Ele sabe que não agradamos aos mortos, em nenhum momento. Somente amenizamos, à própria consciência... Esta qual, és pesada com tudo que deixamos à fazer. Se a sua capacidade é falha e a razão nao têm... A coerência em nada, vai alcançar o que deixou de fazer. Para doar e somar o amor em vida... Necessita ser em vida. Se não bastou em vida... Não é dentro de um cemitério que vais conseguir em realizar. Ninguém real, depois que não é mais real... Vai lhe amar ou ser amado. Não há possibilidade real... Somente ilusória. Morto não existe na realidade viva... Apenas na doença da sua imaginação. O fato é... Não há nenhuma existência, mas há a sua resistência. Morto não existe e sendo assim, não pode... Cheirar... Comer... Beber... Enxergar... Ouvir... Amar... Ser amado... Perdoar... Ser perdoado... Ou até mesmo ficar iluminado. Tudo isto e para quem, ou para quê?! Mortos, morrem. Vivos, vivem. Vivos, se perdem... Mortos, foram perdidos. Mortos, não voltam... Vivos, estão presentes. Vivo e morto... Morto e vivo. Tudo bem claro e real. Só não entende, quem vivo és ignorante... Ou morto, deixou de entender. A vida é vida e a morte é o fim.

Minh'alma estás perdidamente inundada em prantos Os limites afloram a liberdade das culpas e medos E esta escuridão sufoca-me na sucumbência em viver
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Minh'alma estás perdidamente inundada em prantos Os limites afloram a liberdade das culpas e medos E esta escuridão sufoca-me na sucumbência em viver Meu coração sangras d'entre um vasto e vazio infinito Quero correr... Quero gritar... Quero voar... Pareço-me uma árvore enraizada e presa ao chão Não consigo falar-te o quanto e como o desejo Minhas asas migraram sozinhas à me abandonar O céu escureceu em um tempestuoso e forte vendaval Senti um gélido calafrio percorrendo as minhas entranhas Ela surge dançando, vestida de ouro e ri levando à todos Tento fugir e salva-te desta horrenda criatura cruel Tento enganar esta loucura entrelaçada no tempo Tento... tento... tento... tento... Meu coração estás pulsar acelerado e não consigo respirar Fecho os meus olhos e minh'alma desvairada luta por viver Não, nunca irei desistir Não vou abandonar-te Surgem espelhos, luzes, raios e reflexos Procuro-te neste labirinto de escolhas Na tentativa desesperada, vou abrindo portas erradas Caindo repetidamente nos precipícios mais cruéis e mortais Eu luto o tempo todo Em algum elo perdido Encontro forças e respiro Eu abro os meus olhos Deparando-me em um infinito vazio As lágrimas escorrem minha face D'entre todos os reflexos eu vejo Uma criança perdida e sozinha Vejo uma mulher linda porém, vazia Um medo desesperador invade-me Pergunto aos reflexos o que há de errado Eles me perguntam com uma gélida voz: - O que tanto buscas dentro deste labirinto de escolhas? Em prantos eu volto no tempo Vejo você chorando sozinho Quero te tocar e te abraçar Mas, eu não posso mais Desesperadamente eu respondo aos reflexos: - O meu amor perdido, é a única coisa que busco Então, abre uma porta e você sorrindo aparece-me Eu corro em sua direção para poder lhe abraçar Você me abraça e lágrimas inundam seus olhos Você me diz com uma voz suave: - Chega de perde-se com medo no tempo - O medo não faz bem para ninguém. - Vai viver... - Eu te amo - Eu quero você feliz. Voce me abraça... Beija minha testa... Beija minha face direita... Beija minha face esquerda... Beija meu queixo... E me beija na boca. Eu viajo no tempo, nas luzes e reflexos Você me solta sorrindo e desaparece na luz. Então, compreendo as minhas escolhas e o medo Os quais fizeram-me um labirinto de escolhas Um labirinto onde lhe perdi.

Minha boca Beija o beijo, a boca na boca. Na boca a boca, beija o Beijo.
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Minha boca Beija o beijo, a boca na boca. Na boca a boca, beija o Beijo. Beijo a boca, no beijo... Beijo o beijo, na boca. Minha boca... Substancialmente suculenta. Beija o beijo, da boca... Beija da boca, o beijo. Minha boca... Avidamente sedenta. Beija o beijo, a boca na boca Na boca a boca, beija o Beijo. Beijar na boca, o beijo... Beijar o beijo, na boca. Minha boca... Ferozmente impetuosa. Beijas o beijo, na boca... Beijas na boca, o beijo. Minha boca... Intensamente molhada Beija o beijo, a boca na boca Na boca a boca, beija o Beijo.