Frase de André Alves de Lima
Animal Doméstico Quando às vezes me recordo admirado Do deleite dos encontros casuais Ponderava uma vida despojado Dos amores e paixões de calmaria Em meu âmago de afetos ilibados Renegados em meus dias perspicaz Postergava apegos inacabados Passeando entre o lirismo e a boemia Do encanto dos casais desavisados À ironia do entendimento tão fugaz Desguardei o sentimento resguardado Mais que insulto ao amor, eu proferia! Sem notar que já tinhas me domado Fui cativo em teu colo tão voraz Não previ que tal amor era meu fado Há quem viva sem amor, à revelia?
No pensador.ai desde