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Frase de Carlos Humberto Pena

Os Amantes Amaram-se como amam dois amantes Da felicidade beberam toda a taça Todo o vinho, todo o cio... de graça Amaram-se como amam dois amantes Somente pele e boca e mamilos e mãos Em cada grito, greta, gole... mãos Amaram-se como amam dois amantes Sem palavras, sem pressa, sem “não” Sujaram-se e fundiram-se no chão Dois amantes não fazem escolhas São como o tempo passando Ou uma brisa espalhando as folhas Nascem e renascem se amando

Carlos Humberto Pena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu creio na meiga canção que sopra da aurora E que ecoa na última lágrima de despedida Eu creio com a mesma fé das árvores Que se alimentam da solidão das horas