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Frase de Iule Domingues

Um Conto bobo. Era uma vez em um reino Confundido entre eterno e para sempre Onde no reino há um bobo Que diz o que pensa E não pensa o que sente. No reino não havia só bobo Havia o rico Chamado Eurico E havia o herói Chamado Leroy E havia Anciã Irmã de Jean Mas entre toda população Aquele bobo Era o de melhor coração. Como era certo e certamente todos sabem Eis que o reino um incerto dia os males invadem O reino distante confundido Entre eterno e para sempre Estava agora ameaçado e perdido Entre toda confusão e os gritos da nação Havia o rico Eufórico e aflito Corria e chorava Eurico Gritavam ao herói: “-Pega a espada e destrói!” Este grande dragão Mas nosso grande Leroy Era frouxo que dói E correu em outra direção Então disse Anciã Irmã de Jean Que herói fanfarrão! Dentre a correria e as chamas Um rosto ao alto da torre nos chama E vamos então apresenta-la: Loura, linda, Kiara. Seu rosto era tão belo Mas agora esta chorava Ao ver a chama brava Temendo o destino de seu povo Na torre do enorme castelo E o bobo com suas bobagens Escondido entre suas miragens Tinha como plano planejar Sem fraquejar uma idealização Uma certa forma de lutar contra o dragão Ou se possível contar-lhe uma piada Para que o coração da fera parasse Com sua forte gargalhada Ou que ao menos se engasgasse E caísse desmaiada. Com suas piadas na cabeça E seu coração na mão Foi o bobo muito aflito Ao encontro do dragão Todo o reino escondido Assistindo àquele conflito Que parecia ser uma explosão Eis que o bobo começa a falar E o dragão a fogo soltar O bobo correndo a esquivar Engole o medo Segura o choro E decide ganhar O bobo entra em uma casa E o dragão o persegue cuspindo brasa O bobo se esconde com um garfo de metal O dragão o vê e cospe uma bola de fogo fatal O bobo muito bobo se esconde atrás da parede Mas o garfo fica em brasa em sua mão Sem pensar em sim ou não O bobo corre e espeta o nariz do dragão. Choramingando foi embora o dragão Muito contente ficou toda a nação Aliviado por estar vivo sem um borrão O bobo chora e ri de emoção Porque não há má condição Quando existe um bom coração E o bobo agora herói Riu da cara de Leroy E a Anciã Oferecendo um cesto de maçã Com toda convicção Gritou: -Diga seu nome herói! E o bobo disse: -Meu nome não é bobo E agora quero que berre Para toda essa gente do reino Que meu nome é Pierre! E seu nome todo o reino gritara E sorriu para Pierre, Kiara.

Iule Domingues

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Pensador.com

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O amor é livre. O amor é livre pra ir e vir. O amor é livre para ir e nunca mais voltar. O amor é livre até enquanto ele durar. E quando o amor acaba, é prisão. Prisão de saudade, prisão de lembranças. A pior coisa que existe é o amor singular. Quando apenas um ama, quando apenas um chora... Quando apenas um tem saudade. O amor é livre pra fazer o que ele quiser Mas a saudade tem vontade própria. Chega e vai... Chega e fica, chega e nunca vai embora. Independente do amor Independente de qualquer coisa, independente da vontade. O amor surge dos gestos concedidos, permitidos. A saudade e involuntária como os músculos que se movem involuntariamente. A vida não nos presenteia com nada que seja perfeito. A perfeição não existe. Pessoas perfeitas não existem. Mas existem pessoas agradáveis. Pessoas significantes. Pessoas que fazem falta.

Menina Moça. A cama está coberta com um lençol marfim, pequenos desvios do tecido declinam para o chão. Toda a casa parece cinza como as nuvens que estão no céu, exceto os olhos da menina, castanhos. A árvore lá fora inveja a cor da sua íris, mas sabe-se nos últimos dias, a árv…
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Menina Moça. A cama está coberta com um lençol marfim, pequenos desvios do tecido declinam para o chão. Toda a casa parece cinza como as nuvens que estão no céu, exceto os olhos da menina, castanhos. A árvore lá fora inveja a cor da sua íris, mas sabe-se nos últimos dias, a árvore tem exibido mais vida que seus olhos. A menina se aquieta junto ao urso de pelúcia que ganhara do homem da sua vida. Mas existe um outro homem atualmente a entristecendo. Suas unhas estão pintadas de azul, semelhante com a cor do céu de ontem. E a menina se recorda do ontem, com toda a dor de hoje. A felicidade era de ouro, mas o ouro foi roubado dela. Agora a menina usa adornos na cor prata, pois sente-se de segunda mão, segundo plano, segunda vida, última escolha.

Se Se eu não amasse, Talvez o mundo me julgasse
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Se Se eu não amasse, Talvez o mundo me julgasse Por estar me acabando. Mesmo com teu verbo dizendo que é engano Mesmo com tudo que vejo sendo desumano Mesmo com todas as mentiras Seus ataques de ira Não me permito nem me irritar Visto que preciso calma ficar Aguardando tua revolta De algo que desconheço Se acalmar Nem sei se mereço Me judiar Talvez num dia eu enlouqueço E me esqueço Da tua forma de me olhar.

Menina Tristonha Menina que chora e implora pra Deus ajudar Retira o salto e pisa no chão tentando firmar o calcanhar
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Menina Tristonha Menina que chora e implora pra Deus ajudar Retira o salto e pisa no chão tentando firmar o calcanhar Menina cansada e tristonha prefere desacreditar Em tudo aquilo que todos lhe dizem e lhe fazem chorar. O mundo muda e as pessoas crescem e encolhem As lágrimas rolam mas algumas se recolhem O vazio preenche todo o coração Enquanto o relógio conta o tempo que se passa em vão.