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Frase de Prof. Jeferson Botelho Pereira

⁠O lirismo épico do poeta Um belo céu azul se forma no infinito As folhagens das árvores a balançar, fazendo cair ao chão Pequenas folhas-filhas O sol ardente expõe a claridade do dia O vento forte sacode a frondosa árvore na minha frente O ronco do motor do carro que desce Desvairado, o declive do Iracema Nem cisma em ofuscar O belo dia de sexta-feira O conflito das lagartixas na parece Do muro, saltando em largo voo Rumo ao jardim ainda em formação Belas Mensagens bíblicas ecoam Do Corcovado A rede se coloca na minha Companhia, solitário E faminto de tudo, de imaginações Líricas ao perceber o colibri riscando os céus O chilrear sincronizado dos bem-te-vis A descida lenta e calma Das aves, colorindo o firmamento Combinando beleza rara Fazendo nascer do âmago do poeta A exuberante raridade, reluzente Mágica e extasiante suavidade do prazer Fazendo florescer irradiante Da mais excitante reminiscência Fértil e louca Que o presente é incapaz De retratar em versos épicos O sangue quente e exuberante Que há de jorrar do meu Peito rasgado Palpitante e suavizado Em razão da ternura que paira Num momento de rara felicidade No recanto belo e aconchegante À espera do meu anjo Que perambula nas vielas do Amor Fraterno.

Prof. Jeferson Botelho Pereira

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Pensador.com

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