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Frase de Jenário de Fátima

⁠(( 005 )) INTIMIDADE ... Um quarto-sala n'algum prédio antigo... uma geladeira, uma escrivaninha. E na fruteira maça, pera, figo mais a certeza de saber que és minha! No pouco espaço deste nosso abrigo há no banheiro uma esticada linha que um prendedor segura sem perigo a minha cueca e a tua calcinha. nesta intimidade em forma crua é tudo feito tão naturalmente que até parece que no ar flutua alguma coisa estranha, diferente... dando a impressão que até mesmo a lua tente descer para vir tocar a gente. . Jenário de Fatima

Jenário de Fátima

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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FIM DE FESTA Se quem você ama vive de ameaças, A abandonar-te, deixar-te, coisa assim!
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FIM DE FESTA Se quem você ama vive de ameaças, A abandonar-te, deixar-te, coisa assim! E usa sempre isso pra fazer trapaças, Falando em constância de um provável fim. Se quem você ama vive de pirraças, Apenas pra enervar-te ou algo mais alem E às vezes se desmancha em graças Fazendo-te inferior a outro alguém. Se quem você ama, só te vê defeitos Questionando sempre seus conceitos E nem mais pedindo tua opinião. Então se acabou!... Fim!... Final de festa... Recolha o pouco orgulho que te resta, E procure abrigo noutro coração.

Amores Virtuais Não brinque com amores virtuais Eles são como todos os amores,
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Amores Virtuais Não brinque com amores virtuais Eles são como todos os amores, Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores Daqueles que chamamos de normais. Estes porém machucam ainda mais, Pois nunca se dividem os cobertores, Dos beijos não se provam os sabores, Nem vão-se pelos ímpetos carnais. Mesmo assim, quando este amor se acaba Os dias perdem o brilho, a alegria, Parece que ao redor tudo desaba. E a solidão ao cúmulo se revela; Chorar-se um frágil amor que só se havia, Na fina transparência de uma tela.

Sentir saudades?... Quem é que não sente? Afinal apenas somos só humanos. Mas a saudade às vezes é latente
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Sentir saudades?... Quem é que não sente? Afinal apenas somos só humanos. Mas a saudade às vezes é latente e nos carrega ao mundo dos insanos. E nesta coisa de se estar carentes, vemos no passar lento dos anos, que aqueles sonhos de outrora presentes vão dando espaço à voz dos desenganos. Assim, ante o incomodo desconforto, de se ver passar anos sempre iguais. Qual errante nau que procura porto, No horizonte extremo de longínquo cais, Singramos ondas de um oceano morto, Onde sereias já não cantam mais...

Te amo! Eu te amo, com a força dos temporais, Com a fúria incontrolável dos vulcões.
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Te amo! Eu te amo, com a força dos temporais, Com a fúria incontrolável dos vulcões. Com a energia acumulada nos trovões Desde longos tempos imemoriais. Eu te amo, com a leveza dos cristais, Com a textura das rosas em seus botões. Com as notas delicadas das canções Com as cores de mil roupas nos varais. Eu te amo todas as horas do dia E este amor ora leveza, ora tormenta, Este amor que hora é prazer ora agonia Pra meu barco é a segurança de um cais. Muito embora ele saiba e se contenta Que apenas é so mais um!...e nada mais!