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Frase de sabiásabio

Não, Não foi a suavidade da sua voz Não foi a sutileza de seus cabelos voando contra o vento do leste. Claramente... Mesmo perplexo pela beleza e formosura de seu corpo, de suas curvas, tão sinuosas e cheias de mistério Não... Nem mesmo a luz tão singela e constrangedora que seu sorriso me traz... Nada disso. Sua sua voz, haa sua voz, Novamente falo, pois nunca a esqueci Por mais bela e melódica que seja, não foi ela. Foi teu olhar... Ele me conquistou Teus olhos azuis como o céu, com traços esverdiados Eles sim, cortaram minha alma e furtaram meu pobre coração, Que agora chora desolado Longe daquela que o viciou naquele olhar, que impetuavelmente não sai do meu pensar. Que tristeza Que tristeza Me falta clareza Me sobram palavras Me sobram pensamentos Me falta paciência Procuro esperança Mesmo assim espero Por teu olhar.

sabiásabio

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Pensador.com

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Queria voltar ao início, quando tudo era simples, singelo, puro e inocente. Quando as emoções falavam mais que as razões, quando os pensamentos gritavam mais altos que as regras. Quando o mais profundo era escuro, e quando eu não conhecia ao certo o que era isto. Vivia a espera d…
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Queria voltar ao início, quando tudo era simples, singelo, puro e inocente. Quando as emoções falavam mais que as razões, quando os pensamentos gritavam mais altos que as regras. Quando o mais profundo era escuro, e quando eu não conhecia ao certo o que era isto. Vivia a espera daquilo que era único. Pois nunca tinha descoberto tais frases repetidas, tais pensamentos desoladores, e nunca havia pensado no fim. Mas, o fim sempre chega, queria eu que este fim tivera um recomeço, porém, não há mais volta. Se perdemos na mais profunda escuridão, habitamos agora, na dúvida da falta, e no gélido suspiro da solidão. Peço-lhe ao menos isto, nunca me esqueças. Nem de mim ou do que fiz. As coisas boas e ruins, peço-lhe que não me esqueças, pois de ti nunca me esquecerei.

Sonhei tempestades, Imaginei a chuva caindo violentamente... Começaram os relâmpagos,
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Sonhei tempestades, Imaginei a chuva caindo violentamente... Começaram os relâmpagos, Clarões me atordoam e, Tendenciosamente penso o pior... Lembro da vida que tive, E recordo que nada foi bom, Espero que isso passe... A chuva acalma, Os trovões se desfalecem... Os Clarões não mais assustam, E eu me acalmo. Agora lembro-me de momentos bons... Lembro dos meus pais, De meus irmão, Lembro dos teus beijos, Agora, Somente na bonança percebo, Sempre tive o que precisava, E todos os clarões e barulhos Me mostraram que, O que eu mais queria sempre esteve comigo.