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Frase de João Soares da Fonseca

E perdoa-nos as nossas dívidas... Dívidas, dívidas, “melhor não tê-las”, parodiando o poeta. Mas quem é que consegue se livrar totalmente delas? Alguns de nós não as têm no terreno financeiro por ter nascido em berço, senão de ouro, pelo menos cercado do que é básico. Outros, pela prática de uma disciplina rígida, evitam dívidas, preferindo ficar sem as coisas. Mas se não as temos na área do dinheiro, nós as temos noutras áreas igualmente importantes da vida. Como as que Jesus mencionou quando nos ensinou a orar assim: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12). Que dívidas são essas? Certamente são as dívidas morais, as faltas cometidas, as omissões praticadas, as falhas de comportamento, as opções erradas que fizemos e que, além de machucar alguém, feriram também a face de Deus. Essas dívidas são os nossos pecados. Observe bem o tratamento que Jesus dá ao assunto. Jesus não nos manda fingir que está tudo certo. Jesus não nos autoriza a negar a existência das nossas dívidas. Elas existem. Somos pecadores. Somos devedores. É uma triste constatação. Mas ao lado dessa triste constatação, Jesus também nos oferece a saída dessa crise. Aliás é a única saída. Ele manda que peçamos perdão ao Pai nosso. Carlos Drummond de Andrade disse certa vez que “perdoar é rito de pais”. O Pai nosso nisso também é expert. Como resultado de termos recebido de Deus o perdão, nós também perdoaremos aos outros as falhas que os outros cometeram contra nós. Certa vez, um crente disse a João Wesley: “Eu não perdoo a ninguém”. Wesley respondeu no mesmo instante: “Então você também nunca erra, não é mesmo?” Noutras palavras, se você é infalível, então seja inflexível. Não sendo nós perfeitos, não podemos esperar que os outros o sejam. Tratemos os outros como Deus nos trata! E aprendamos com o Pai Nosso a difícil lição de perdoar! Pr. João Soares da Fonseca

João Soares da Fonseca

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de João Soares da Fonseca

O balão vai subindo... Numa pracinha típica do interior, um ancião ganhava a vida vendendo balões. Para fazer propaganda de seu produto, soltou um balão vermelho, que o vento foi levando. Vendo aquilo, várias crianças correram para perto do vendedor, admirando o balão que subia…
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O balão vai subindo... Numa pracinha típica do interior, um ancião ganhava a vida vendendo balões. Para fazer propaganda de seu produto, soltou um balão vermelho, que o vento foi levando. Vendo aquilo, várias crianças correram para perto do vendedor, admirando o balão que subia sem nenhum obstáculo. Para alegrá-las ainda mais, o ancião liberou um outro balão, agora de cor azul. Igual ao primeiro, o balão azul tomou o rumo das alturas, provocando semelhante alegria na criançada. Depois, soltou um balão branco, depois um amarelo... Um garotinho no meio da criançada tinha os olhos fixos nos balões. E uma curiosidade despertou sua atenção: por que o vendedor de balões não solta o balão preto? Será que não subiria como os demais? Intrigado, dirigiu-se ao ancião e foi logo perguntando: "Moço, por que o senhor não solta o balão preto? O senhor acha que ele não subiria como os outros?" Sorrindo, o vendedor disse: "Vou lhe responder com uma ação". E em seguida, cortou a linha que prendia o balão preto à sua carrocinha. À semelhança dos outros, o balão preto subiu garboso até desaparecer além das nuvens. E a explicação: "Meu filho, não é a cor do balão que o faz subir. É o que ele tem dentro dele". O que nos faz subir na direção de Deus não é a nossa aparência (1Sm 16.7). O que faz o nosso culto aceitável não é a forma, e sim o conteúdo. É muito fácil tirar conclusões precipitadas e achar que o que faz um balão subir é a sua cor. Nossos julgamentos são limitados pelas nossas percepções. E o que percebemos é sempre incompleto e às vezes defeituoso. Apenas Deus tem total acesso à nossa interioridade. E a maravilha das maravilhas é que mesmo tendo total acesso à intimidade de nosso ser, ainda nos ama e nos recebe de braços abertos. Você está investindo em seu coração?

“Venha o teu reino” O que é o Reino de Deus? É algo territorial? Qual o endereço do Reino de Deus? Onde fica o Reino? No Vaticano? Em Basileia, na Suíça? Nos Estados Unidos? Em Israel? Jesus disse na presença de Pilatos: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste…
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“Venha o teu reino” O que é o Reino de Deus? É algo territorial? Qual o endereço do Reino de Deus? Onde fica o Reino? No Vaticano? Em Basileia, na Suíça? Nos Estados Unidos? Em Israel? Jesus disse na presença de Pilatos: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui” (Jo 18.36). Paulo acrescentou: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14,17). O Reino de Deus é um conceito fundamentalmente estratégico nos ensinos de Jesus. Ele veio pregando o Reino de Deus. Jesus falou do Reino em três diferentes aspectos: 1. Aspecto passado – O reino já veio. Jesus anunciou que o Reino havia chegado. “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (Mt 8.11). “Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora” (Lc 13.28). 2. Aspecto presente – “Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós” (Lc 17.20-21, destaque acrescentado). Onde quer que o crente vá, junto vai o Reino. Quando? Agora mesmo. O reino está aqui, neste momento. 3. Aspecto futuro – Jesus ensinou também que o Reino ainda virá. “venha o teu Reino...” (Mt 6.10). Portanto, um resumo dos ensinos de Jesus nos aponta para a seguinte direção: o Reino de Deus já veio, está entre nós e virá. De fato, o tempo não é importante, mas sim a decisão de receber ou entrar no Reino de Deus. O Reino vem para aqueles que vão ao Senhor e se rendem a ele. Você está anunciando o Reino de Deus? Com palavras? Com os seus atos? Pr. João Soares da Fonseca

Não nos deixes cair em tentação Daniel Schaeffer, em seu livro, Dançando Com Uma Sombra, conta como os esquimós matam os lobos: esses habitantes do Círculo Polar enterram uma faca no gelo, com pedaços de carne fresca na lâmina. “Os lobos sentem longe o cheiro de sangue e vêm dev…
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Não nos deixes cair em tentação Daniel Schaeffer, em seu livro, Dançando Com Uma Sombra, conta como os esquimós matam os lobos: esses habitantes do Círculo Polar enterram uma faca no gelo, com pedaços de carne fresca na lâmina. “Os lobos sentem longe o cheiro de sangue e vêm devorar a carne”. Com isso, a língua ferida começa a sangrar. E eles sangram até morrer. Cuidado com as facas que Satanás enterra no gelo deste mundo! O nosso inimigo também quer ver a nossa alma sangrar até morrer. Existe tentação, ensina a Palavra, e o próprio Senhor Jesus foi tentado. Todos os apóstolos e todos os crentes foram e são tentados. Crente nenhum está livre de ser tentado. Daí Paulo aconselhar: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia” (1Co 10.12). Todos somos susceptíveis às quedas espirituais. Como bem lembrou Bernanos, escritor francês, “O melhor cão pode ficar danado”. A Bíblia ensina que a tentação jamais é uniforme. Ao contrário, ela é inteligentemente diversificada. De tal modo que para cada tipo de pessoa há uma tentação adequada. Alguns de nós são tentados na área das finanças, outros na área da sexualidade, outros na área do uso da língua, outros na dos vícios, outros no complicado espaço dos relacionamentos pessoais, outros na arena política... além da tentação da omissão, de cruzar os braços, fingir que está dormindo. Ou seja, sobra tentação para todo mundo. Sem falar naquela que ataca alguns crentes no domingo de manhã: a de abandonar a nossa congregação, como se lê em Hebreus 10.25. Embora a tentação seja universal, suas manifestações são particulares. O que é tentação para mim pode não ser para você. E vice-versa. Já que todos somos ou seremos tentados, Jesus instrui os crentes a orarem francamente ao Pai pedindo livramento da tentação. O Pai pode nos fortalecer com a sua presença, com a sua Palavra, com o seu poder. “Senhor, não nos deixes cair em tentação”. Pr. João Soares da Fonseca

Deus é Supremo “Pai nosso que estás no céu...”. Jesus está falando da transcendência divina. O Deus da revelação cristã não é produto da mente medrosa dos homens, nem é fabricação intelectual de um cérebro carente e supersticioso. É o Deus onipotente, onisciente e onipresente, q…
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Deus é Supremo “Pai nosso que estás no céu...”. Jesus está falando da transcendência divina. O Deus da revelação cristã não é produto da mente medrosa dos homens, nem é fabricação intelectual de um cérebro carente e supersticioso. É o Deus onipotente, onisciente e onipresente, que escolheu revelar-se a si mesmo aos homens. Tudo o que sabemos de Deus é porque Ele mesmo decidiu comunicar a nós. Embora tenha nos criado à sua imagem e semelhança (Gênesis 1.26), Ele é transcendente, ou seja, está além de nós, além do alcance de nossa visão, muito além da nossa compreensão. Quando Deus chamou Moisés do meio da sarça ardente, disse a ele: “...desci para livrar Israel da mão dos egípcios” (Êxodo 3.8). Ora, só quem está situado na parte de cima é que diz que vai descer. Deus disse a Moisés: “Desci”. O homem, por si só, jamais conseguiria subir até a divindade. Esta é que tomou a decisão de descer e se aproximar do homem. Isaías teve viva percepção da transcendência de Deus, pois ao ir ao templo, confessou ter visto o Senhor “assentado sobre um alto e sublime trono” (Isaías 6.1). Tempos depois, outro grande profeta, Jeremias, se faz portador da mensagem divina: “Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? – diz o SENHOR; porventura, não encho eu os céus e a terra? – diz o SENHOR” (Jeremias 23.24). No Novo Testamento, basta lembrar Paulo pregando aos filósofos de Atenas: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais” (Atos 17.24-25). Li outro dia num carro um adesivo que bem resume a superioridade de Deus sobre tudo: “Deus, sem você, continua sendo Deus. Você, sem Deus, não é nada”. Pr. João Soares da Fonseca